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07
Jul21

Momento de Poesia

Alegria

A Pandemia 2

 

Neste mundo de infeções

Todo ele com preocupações

Com o vírus avassalador;

Vivemos em cada momento

Horas de grande sofrimento

De incerteza e grande dor.

 

Corona vírus cavalgante

Que nos dá em cada instante

Noticias de grande pesar;

Transpondo todas as fronteiras

E não encontrando barreiras

Que o consigam parar.

 

Vamos pois encontrar meios

Povos não tenham receios

De lutar com muita bravura;

Tenham fé e muita coragem

Cuidado com a abordagem

Porque a luta vai ser dura.

 

Sempre se encontra remédio

Para esta vida de tédio

Que no mundo se instalou;

Mas com a inteligência humana

O vírus não nos engana

Porque a fé nunca nos abandonou.

 

Corona ou outro nome que tenha

Sempre que a doença venha

O remédio vai surgir para combater;

Tenham coragem minha gente

Todos nós vamos fazer frente

E com audácia vamos sobreviver.

 

Recolham-se com paciência

Sigam com muita indulgência

Os preceitos recomendados;

E assim veremos o futuro

Menos triste, menos escuro

Ficando todos mais descansados.

 

Sempre houve em eras remotas

Doenças a bater às portas

Trazendo grandes epidemias;

Todas elas foram combatidas

E temporariamente banidas

Desses tão cruéis e longos dias.

 

Vamos pois estar muito atentos

Pois sempre se disse que os tempos

São remédios muito eficazes;

Se a fé não nos faltar neste momento

Vamos ter discernimento

Porque disso somos capazes.

 

Aos mais vulneráveis eu vou pedir

Tenham o cuidado de se prevenir

Se de vossas casas têm que se ausentar;

Não abusem da vossa sorte

Porque o mal quando é de morte

Está ali na esquina a espreitar.

 

Este corona que dizem ser Chinês

E que se instalou no mundo de vez

Veio com coragem e bravura;

Por isso temos que o enfrentar

E espaço não lhe vamos dar

Porque somo uma raça muito dura.

 

Portugueses de muita audácia

Vamos atuar com falácia

Frente a essa feroz epidemia;

E mostraremos com habilidade

Que temos muita vontade

De viver no amanhã outro dia.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

Aquele Velhinho

 Naquele banco de jardim

Com os olhos postos em mim

Está um velhinho sentado

Com ar triste e cansado

Sorriu e disse-me assim.

 

 Contou-me ele que um dia

Teve muita saúde e alegria

Mas agora tudo isso lhe faltou

E a vida dele se mudou

Transformando-se em agonia.

 

Disse-me então com tristeza

Foi assim que a Natureza

Ditou o meu caminho

Vivo só e sem carinho

Sozinho sentado à mesa.

 

Não tenho por quem chamar

Nem à noite nem ao levantar

A família já não existe

Só este banco que é tão triste

Me ajuda a vida a passar.

 

Esta vida de abandono

Que me vai tirando o sono

Pensando na família que tive

E que para mim já não vive

E me lançou no abandono.

 

Vós que sendo simples mortais

Se ainda tendes vossos pais

Dai-lhes carinho e afeição;

Pois neste mundo de ilusão

Podeis passar por coisas tais.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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