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25
Nov25

momento de poesia

Alegria

A MULHER E A GRAMÁTICA

A mulher é um adjectivo que precisa de concordar com o substantivo homem, para estar gramaticalmente na sociedade.

O namoro é um advérbio de tempo com um complemento terminativo - o casamento- sendo os arrufos orações incidentais no periodo adoração.

Quando alguns pensam em tomar esposa, procuram logo a oração principal - o Dote.

Quantas vezes um rapaz deixa de casar, porque a proposição pede depois um complemento transitivo - o automóvel.

Uma solteirona bem consevada é um pretérito perfeito e uma já entrada na idade, é um pretérito imperfeito.

Uma dessas priminhas, que logo aos treze anos começa a gostar do priminho, porque os pais vêm nele um casamento de conveniência, é um futuro condicional, que se torna futuro absoluto se aparece outra mulher que saiba cativar o priminho.

Quando se faz uma declaração de amor, conjuga-se o verbo no modo indicativo do tempo presente.

Quando um pai anda na faina de casar as filhas, é como se trata-se da conjugação.

Tanto se pode dizer: o meu amor como o meu complemento objectivo.

A arte de conduzir com sossego um negócio de amor, chama-se "sintaxe".

Um pai, que vai tirar informações do namoro da filha, está fazendo a análise da oração e procura conhecer o sujeito.

Estudar a estimologia de uma mulher, é ver quais os namoros que ela tem tido.

Uma mulher corpulenta e espadaúda é um superlativo de mulher.

Uma criaturinha pequena e muito leve, é um diminuitivo perfeito.

Quando um pai proibe expressamente a filha que namore determinado rapaz, põe ponto final no periodo; mas ela, às vezes, muda-o para uma vírgula.

A criada que leva as cartas, é um verbo auxiliar.

A mulher quando fala do seu namoro pode dizer: o meu substantivo próprio. Os olhos às vezes, dizem amor e a boca modifica esse sentimento.

Há mulheres que nunca amaram: são verbos substantivos, não pedem complemento objectivo, quando muito têm atributo.

Os homens que namoram varias mulheres ao mesmo tempo, são substantivos comuns.

14
Nov25

Momento de Poesia

Alegria

A Lua

 

Quando te vejo pela noitinha

“Cheia” irradiando a tua beleza;

Fica com a  impressão minha

Que és maravilha da natureza.

 

Mas no ”Minguante “ da tua vida

Por onde passas constantemente;

Ficas bastante combalida

Mas voltas a ser bela novamente.

 

Quando “Nova” voltas a ser

Vais irradiando com felicidade;

Quem em ti consegue ver

O fino fio da tua claridade

 

E no “Crescente” por ti espero

Para te ver “Cheia” novamente;

Pois o teu luar ver eu quero

A iluminar tudo à minha frene.

 

Quando o sol em ti adormece

Com toda a sua claridade;

A tua beleza rejuvenesce

E voltas a ter claridade.

 

Lua, és a minha luz da noite

E companheira das estrelas;

Sempre que eu me afoite

Vir à janelas para vê-las.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

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14
Nov25

Momento de Poesia

Alegria

A Lua

 Quando te vejo pela noitinha

“Cheia” irradiando a tua beleza;

Fica com a impressão minha

Que és maravilha da natureza.

 Mas no ”Minguante “ da tua vida

Por onde passas constantemente;

Ficas bastante combalida

Mas voltas a ser bela novamente.

 Quando “Nova” voltas a ser

Vais irradiando com felicidade;

Quem em ti consegue ver

O fino fio da tua claridade.

 E no “Crescente” por ti espero

Para te ver “Cheia” novamente;

Pois o teu luar ver eu quero

A iluminar tudo à minha frene.

 Quando o sol em ti adormece

Com toda a sua claridade;

A tua beleza rejuvenesce

E voltas a ter claridade.

 Lua, és a minha luz da noite

E companheira das estrelas;

Sempre que eu me afoite

Vir à janelas para vê-las.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

 

 

 

 

 

09
Nov25

Momento de Poesia

Alegria

LUSÍADAS

 - Nova Versão - Dizem que Camões a aprovou.

Afinal o Poeta, hoje e por cá, tem razão de ser!!

 

As armas de barões todos inchados

Eleitos pela plebe lusitana

Que agora se encontram instalados

Fazendo aquilo que lhes dá na gana

Nos seus poleiros bem engalanados,

Mais do que permite a decência humana,

Olvidam-se de quanto proclamaram

Em campanhas com que nos enganaram!

E também as jogadas habilidosas

Daqueles tais que foram dilatando

Contas bancárias ignominiosas,

Do Minho ao Algarve tudo devastando,

Guardaram para si as coisas valiosas...

Desprezam quem de fome vai chorando!

Gritando levarei, se tiver arte,

Esta falta de "vergonha" a toda a parte!

Falem da crise grega todo o ano!

E das aflições que à Europa

deram,

Calem-se aqueles que por engano...

Votaram no " refugo" que

elegeram!

Que a mim me dá raiva o peito ufano

De crápulas que só enriqueceram

Com a prática de trafulhice tanta

Que andarem à solta só espanta.

E vós, ninfas do Coura onde eu nado

Por quem sempre senti carinho ardente

Não me deixeis agora abandonado

E concedei engenho à minha mente,

De modo que possa , convosco ao lado,

<desmascarar de forma eloquente

Aqueles que já têm no seu gene

A besta horrível do poder perene!

Um poema da

"mente", só/mente!

Há um Ministro que mente...

Mente de corpo e alma,

completa/mente,

E mente de modo tão pungente

Que se acha que ele mente, sincera/mente...

Mas mente,

sobretudo , impune/mente...

E mente tão

habitual/mente, tão

hábil/mente,

Que acha que, história afora, enquanto mente,

Nos vai e enganar eterna/mente

AUTOR Desconhecido..

09
Nov25

Momento de Poesia

Alegria

 

        A Vida

 

A alvorada foi risonha;

Ergueste-te com o dia.

Eu fiz, naquela alvorada,

Uma alegre profecia.

 

      Ainda radiava fulgente

      Vénus, a saudosa estrela,

      Já tu ornavas as tranças

      E cantavas à janela.

 

E dos laranjais vizinhos

Os rouxinois acordados

Respondiam-te com trinos

Da tua voz namorados.

 

     Dos virentes jasmineiros,

     Que a primavera enflorava,

     Vinha cheio de perfumes

     O vento que te beijava.

 

Quem dissera então ao ver-te

Nessa risonha alvorada,

Que à noite,estrela cadente,

Serias inaminada.

 

   CANTARES

 

O campo já não tem rosas,

As noites não têm luar.

E as andorinhas medrosas

Atravessam o mar.

À sombra de uma ramada

Um dia inteiro passei

Colhendo uvas e beijos,

Quais mais gostosos não sei.

O meu mal já não tem cura

Porque é já mal de raiz;

Desde o berço à sepultura

Tenho de ser infeliz.

No Céu se pagam os males

Que no mundo se fizeram;

Se assim é, esses teus olhos

Grandes castigos esperam.

Quem se ri está contente,

Quem está contente é feliz,

Mas cala-te coração,

O que sentes, não se diz.

 

   João Rodrigues

 

 

09
Nov25

Momento de Poesia

Alegria

Viajando por Portugal 6

 

Passei por (HOSPICIOS)

Depois de (TORREDEITA) e (RATO)

E digo com muito aparato

Que (PUNHETE) é especial

Mesmo para quem não tem

Possibilidades de viver além

Nessa aldeia de Portugal.

 

 Em (VENDA DAS RAPARIGAS)

Eu (DAREI) sorrisos belos

Mas outros lugares vamos tê-los

Em (JADÃO) eu fui passar

De (TORREDEITA), vi (RATO)

E depois de fazer um trato

Por lá não voltei a andar.

 

Fui à (TERRA DA GAJA)

Para ver se ali dormia

E uma (ALIVIADA) nesse dia

Disse que (COITO) e (COLO DO PITO)

Por serem bons lugares

E terem muito bons ares

Seria muito mais bonito.

 

 Encontrei pessoas (PORREIRAS)

Que me disseram com lealdade

Haver (QUARTOS) à vontade

Com (ANAIS) da nossa história

E com a cabeça em brasa

Fiquei ali naquela casa

De tão boa memória.

 

 

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