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24
Out25

Momento de Poesia

Alegria

Viajando por Portugal 5

 

 E depois de (ENDIABRADA)

A (MARIA VINAGRE) gritou

Diga que já não estou

Para (GARANHÃO) que vier

Depois de passar (NECESSIDADES)

Fiquei com muitas vaidades

De ter nome de mulher.

 

Depois de passar (PORTAGEM)

A (BEXIGA) ficou cheia

E não fazem a mínima ideia

Como ficaram (COLHÕES)

Vendo (VALE DA RATA) ali

E (PORREIRAS) como eu vi

Em (RANHOLAS) mulherões.

 

 Também passei (VAL DA PORCA)

E (VENDA DO PORCO) visitei

Mas outras terras encontrei

Com nomes muito especiais

A (VENDA DA PORCA) também

E (RIO SECO DOS MARMELOS) além

São lugares com nomes tais.

 

 Passei a (ALDEIA DOS GAGOS)

(A-DA-GORDA) encontrei

E em (CAMA DA PORCA) descansei.

Encontrei a (FILHA BOA) mais além

Encontre (PAUS) fartos por todo o lado

E (PENSO) que depois de cansado

Vou ficar por aqui muito bem.

 

 

 

24
Out25

Momento de Poesia

Alegria

Viajando por Portugal 4

 

No (IMAGINÁRIO) da (POBREZA)

Em (CASAIS DO NÃO HÁ) (NAMORADOS)

Porque (MALHOU) nos sobrados

E em tempo (PASSADO)

Fez um grande (CHIQUEIRO)

Por ter sido o primeiro

A ficar com (PÉS ESCALDADOS)

 

 Fui a (CASAL DE MIL HOMENS)

E encontrei (MUNDO NOVO)

Porque não havia nenhum povo

Em (CASAIS DA BESTEIRA)

E (MATA MOUROS) foi a primeira

A contar com os (BARBUDOS)

Na (BICHA) da (BAGACEIRA)

 

 Depois de passar pela (VAGINA)

A (VENDA DA GAITA) apareceu

E na (VENDA DAS PULGAS) tudo aconteceu

E com (CRUCIFIXO) fui ao (PURGATÓRIO)

Porque em (VILAR DE PRAZERES) estaria

A (CAMPA DO PRETO) onde se fazia

Constantemente um velório.

 

 Então os (BARBUDOS) lá da terra

Em (JERUSALÉM DO ROMEU)

Todos eles e também eu

Juraram com um grande manifesto

Parar com esta grande confusão

De nomes porque senão…

Interessa (DEIXA-O-RESTO)

 

 

 

 

24
Out25

Momento de Poesia

Alegria

Sem Graça

 

Não me conhecem?...Tem graça!...

Muitissima graça até!...

Nem mesmo se eu lhes disser

Que sou o Graça?... o José?

 

Sim senhor… sou o Zequinha!...

Mais tarde o Zeca da Graça,

Nas que hoje não quer ser Zeca

Nem mesmo só por chalaça.

 

Hoje sou Sua Excelência

O Senhor José da Graça,

Que prefere um bom automóvel

A um simples trem da praça.

 

Eu sei que há um fulano

Que sempre que por mim passa,

Me aponta dizendo que eu,

Terei tudo, menos Graça.

 

Mente o alma de Chicharro

Pois se já me vem de raça,

Quer ele queira quer não

Hei de ter por força Graça.

 

Fui batizado em Lisboa

Mas nasci emAlcobaça,

E tive lá por padrinho

Senhor dos Passos da Graça.

 

 

 

 

 

 

 

24
Out25

...

Alegria

Sem Graça

 

Não me conhecem?...Tem graça!...

Muitissima graça até!...

Nem mesmo se eu lhes disser

Que sou o Graça?... o José?

 

Sim senhor… sou o Zequinha!...

Mais tarde o Zeca da Graça,

Nas que hoje não quer ser Zeca

Nem mesmo só por chalaça.

 

Hoje sou Sua Excelência

O Senhor José da Graça,

Que prefere um bom automóvel

A um simples trem da praça.

 

Eu sei que há um fulano

Que sempre que por mim passa,

Me aponta dizendo que eu,

Terei tudo, menos Graça.

 

Mente o alma de Chicharro

Pois se já me vem de raça,

Quer ele queira quer não

Hei de ter por força Graça.

 

Fui batizado em Lisboa

Mas nasci emAlcobaça,

E tive lá por padrinho

Senhor dos Passos da Graça.

 

 

 

 

 

 

 

24
Out25

Momento de Poesia

Alegria

A Caminho da Escola

 

 - Olhem: Lá vai o Gonçalo

caminho da Escola...além...

- vamos depressa apanhá-lo,

vamos com ele também,

 

Tem sido meu companheiro

da primeira à quarta classe;

pontual como o primeiro,

nunca vi que ele faltasse!

 

É bondoso e aplicado

cortês e respeitador;

por isso é tão estimado

pelo nosso professor.

 

Não é tolo nem se gaba

de saber sempre as lições;

conforme começa, acaba,

modesto, sem pretensões.

 

Lá vai, nunca se demora

no caminho a conversar;

chega sempre antes da hora

- é um aluno exemplar!

 

- Rapazes! vamos a ver

se sabemos imitá-lo!...

se podemos proceder

em tudo como o Gonçalo.

 

Lição extraída do meu livro da quarta classe

 

 

 

20
Out25

Momento de Poesia

Alegria

 

Viajando por Portugal 3

 

 

Visitei (CASAL DA ÁGUA TODO O ANO)

E vi em (CATRAIA DO BURACO)

(DEGOLADOS) em grande aparato

Estavam (MATA CÃES) e (MATA MOUROS)

Que o (PAITORTO) por (PAIXÃO)

Em (CEPOS) os foi deixar no chão

Como se fossem tesouros.

 

 Vi (FOCINHO DE CÃO)

Aguçado como um punhal

E tão grande que como tal

Eu fui para outro lugar

Para poder andar tranquilo

Deixei para trás tudo aquilo

 

E a (VAL DOS MORTOS) fui parar.

Dali vi o (CEMITÉRIO)

E (VERGAS) de (PONTA) afiada

Pois (VENDA DOS PRETOS) estava fechada

Porque (VINHA DA DESGRAÇA)

Foi (PRESA DOS MOUROS) na (QUARTA FEIRA)

Por ter deixado a (QUEIJADA) na tosteira

Em (RONDULHA) abandonada

 

 Em (PONTA) encontrei (AMOR)

Mas logo (CABRÃO) apareceu rindo

E (CABRÕES) também iam vindo

Mas (ÀS DEZ) em (CAMA DA VACA)

(CABEÇUDOS) eles ficaram

E depois que acordaram

Todos eles iam fugindo.

 

Viajando por Portugal 4

 

No (IMAGINÁRIO) da (POBREZA)

Em (CASAIS DO NÃO HÁ) (NAMORADOS)

Porque (MALHOU) nos sobrados

E em tempo (PASSADO)

Fez um grande (CHIQUEIRO)

Por ter sido o primeiro

A ficar com (PÉS ESCALDADOS)

 

 Fui a (CASAL DE MIL HOMENS)

E encontrei (MUNDO NOVO)

Porque não havia nenhum povo

Em (CASAIS DA BESTEIRA)

E (MATA MOUROS) foi a primeira

A contar com os (BARBUDOS)

Na (BICHA) da (BAGACEIRA)

 

 Depois de passar pela (VAGINA)

A (VENDA DA GAITA) apareceu

E na (VENDA DAS PULGAS) tudo aconteceu

E com (CRUCIFIXO) fui ao (PURGATÓRIO)

Porque em (VILAR DE PRAZERES) estaria

A (CAMPA DO PRETO) onde se fazia

Constantemente um velório.

 

 Então os (BARBUDOS) lá da terra

Em (JERUSALÉM DO ROMEU)

Todos eles e também eu

Juraram com um grande manifesto

Parar com esta grande confusão

De nomes porque senão…

Interessa (DEIXA-O-RESTO)

 

 

  CONTINUA...

 

 

18
Out25

Momento de Poesia

Alegria

Viajando por Portugal 1

 

 Pensei em um dia em conhecer

As terras do meu país

Que como o povo bem diz

Têm nomes esquisitos

E então nelas encontrei

Nomes que nem sei

Se são assim tão bonitos.

 

 Saí então de (COINA)

E deixei a (BURACA) aberta

E sem morada certa

Seguindo para (REGO DE AZAR)

Encontrei (VACA LOURAS)

Que sem mangedouras

Ali andava a passear.

 

 Fiquei então (A VER O MAR)

Com (AGUÇADOURA) à vista

E tal como um bom artista

Ali fiquei um pouco a olhar

Encontrei ali (ANGÚSTIAS)

Porque tinha (TRASEIROS)

Para poder ultrapassar.

 

 Em (SÍTIO DAS SOLTEIRAS)

Eu vi (MULHER MORTA)

Mesmo a entrada da porta

Vi o (REGO DO AZAR)

Pedi a (SENHORA DO ALIVIO)

Que neste meu martírio

Me pudesse vir salvar.

 

 

Viajando por Portugal 2

 

Passei (SARILHOS GRANDES)

E (CARNE ASSADA) encontrei

E então ali mesmo apreciei

O (RABO DE PORCO) especial

Mas surge então a (PREGUIÇA)

E com pensamento na (LAGARTIXA)

Ali mesmo descansei.

 

 Depois de (ARROTA)

(PEDAÇO MAU) me espera

Mas uma simples quimera

Me deixa (COXO) em (RIO CABRÃO)

Mas (SARILHOS PEQUENOS) encontrei

Então por ali ainda fiquei

Até encontrar (QUINTA DA COMICHÃO).

 

 Encontrei (TERRA DA GAJA)

Mesmo ali com (VAGINHA) ao pé

A (CORNALHEIRA) com o fruto em pé

Que mesmo aqui ou (ALÉM)

Apanhado no (DESERTO)

Ou aqui mesmo tão perto

Sabe sempre muito bem.

 

 O (ORELHUDO), (MAL LAVADO)

E mesmo muito (PORCA)

A (PICHA) quase morta

Vem de (VILA NOVA DO COITO)

Vendo a (RATOEIRA) armada

Nunca pensa em mais nada

Sejas duas ou vinte e oito.

 

 CONTINUA...

07
Out25

Momento de Poesia

Alegria

As Promessas

 

Todos nós prometemos

A este mundo em que vivemos

Que vamos cumprir com rigor

Todas as nossas obrigações

Com a força dos nossos corações

A quem damos muito valor.

 

O tempo me prometeu

Ser um grande amigo meu

E para mim sempre sorrir

Mas eu tenho desconfiança

Que se apague de minha lembrança

O que se escreveu para o porvir.

 

Promete o pobre, promete o rico

E eu a pensar sozinho fico

Se é uma simples ilusão;

Que as palavras proferidas

Sejam afinal esquecidas

E abandonadas pelo chão.

 

O vento leva as promessas

Que o mundo lança às avessas

Dizia o povo antigamente;

Hoje tudo se contradiz

Seja o grande ou o petiz

Todos prometem o diferente.

 

 Até o meu coração foi prometer

Nunca deixar de bater

Dentro do meu pobre peito;

Mas eu sei que ele vai parar

E um dia vai-me abandonar

Não cumprindo o acordo feito.

 

Promessas pairam no ar

E nos ouvidos a tilintar

Ficam constantemente;

Toda a gente as faz na hora

Mas logo e sem demora

As esquecem simplesmente.

 

Não acredito em promessas vãs

Que em todas as manhãs

Eu ouço nas ruas e avenidas;

Proferidas com muita paixão

Mas que não vêm do coração

E de verdade estão despidas.

 

Até eu te prometo meu amigo

Estar deste lado sempre contigo

Nesta vida cruel e dura;

Nesta terra de puras ilusões

Onde os nossos corações

Vivem em constante aventura.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

 

 

 

 

07
Out25

Momento de Poesia

Alegria

O Vento

Desesperado alguém correndo

Fugindo do vento que lá vem,

Tão veloz que a gente nem fica vendo

A velocidade que ele tem.

 

Às arvores vai acenando

Como que a dizer adeus,

Ficam as nuvens pairando

Suspensas lá nos Céus.

 

Vais os ramos desfolhando

Deitando as folhas pelo chão,

Desnudados vão ficando

Esperando o próximo verão.

 

Vento feroz e audaz

Sem ter amor ou feição,

Deixando para traz

Aquilo que nos deu o verão.

 

As arvores dizem adeus

Aos seus ramos tão queridos,

Que pelos braços teus

Ficaram no chão estendidos.

 

Não estragues as plantas

Do meu querido jardim,

Não corras porque te cansas

Deixa as flores para mim.

 

Espera, vai de vagar

Tens muito tempo para o fim,

Não tens o direito de estragar

O que Deus criou para mim.

 

Autor João Alegria Rodrigues

 

 

 

07
Out25

Momento de Poesia

Alegria

O Outono

 

Todas as árvores têm o seu outono

Que as deixa ao abandono

Com as suas folhas caídas

Completamente despidas

Das aventuras do Verão

Com as suas hastes ao vento

Sujeitas às agruras do tempo

Que o inverno lhe vai dar

Até a primavera voltar

Para mudar a sua condição.

 

Essas folhas douradas

Caindo dos ramos já cansadas

Arremessadas pelos ventos

Vão contando os seus lamentos

Que viveram durante o Verão

Horas boas penduradas

E nas horas más ali deixadas

Ao sabor da crueldade

Numa manta de saudade

Espalhadas pelo chão.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

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