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28
Jan23

Momento de Poesia

Alegria

O Pescador

 

Na praia sobre a areia

Está estendida uma sereia

Olhando o sol-pôr;

Qual visão sobre o oceano

Que não deixa o olhar ao engano

Vendo chegar o pescador.

 

Lá longe no horizonte

Sem medo que o afronte

Vem um homem a navegar;

Sobre as vagas ondulando

Vem com fé mostrando

Que está prestes a chegar.

 

Vendo o areal com alegria

Vai olhando o fim do dia

Que se aproxima velozmente;

E fitando o céu murmura:

Como a vida é tão dura

Para quem a vive intensamente.

 

 

 

 

 

 

 

 

Chega finalmente o pescador

Regressando do seu labor

Com o fruto do seu lutar;

Barca cheia de esperança

Que do mar sempre alcança

Para a sua vida melhorar.

 

E a sereia olhando o pescador

Diz-lhe com suave amor

Bem vindo a este lugar;

Donde partiste com fé

Olhando aquela maré

Que te ajudou a pescar.

 

Vai para junto dos teus

E vai agradecer a Deus

Que no mar te ajudou;

Leva lá o teu peixinho

Para quem  com carinho

À espera de ti ficou.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

28
Jan23

Momento de Poesia

Alegria

Dá sempre de ti

 

Dá de ti ! Quanto puderes:

O talento, a energia, o coração...

Dá de ti para os homens e as mulheres

Como as árvores e as fontes dão...

Não somente o sapato que não queres

E a capa que não usas no verão.

Darás sem refletir, sem ser notado

De modo que ninguém diga: " Obrigado "

Nem te deva dinheiro ou gratidão.

E com espanto, notarás um dia,

Que viveste fazendo economia,

De talento, energia e coração.

 

 

 

17
Jan23

...

Alegria

LISBOA

 

Lisboa Cidade viva, que não para

Seja de noite ou de dia,

És a joia mais rara

Que Portugal tem na ourivesaria.

 

Lisboa, inspiração de poetas

Musa para fados e canções.

És orgulho dos Lisboetas

Arrebatadora de corações.

 

Por ti passaram Camões

Pessoa, Bocage e Chiado,

És cidade de muitas paixões

És amor idolatrado.

 

Tiveste Reis e Reinados

Batalhas e Revoluções,

És palco de muitos artistas

Foste Rainha dos pregões.

 

De ti partiram as naus

Da tormenta e das descobertas;

Levando os nossos marinheiros

Por mares de águas incertas.

 

Lisboa da boémia e das farras

És uma grande cidade,

Vives ao som das guitarras

Nos retiros da saudade.

 

Autor:  João (Alegria) Rodrigues

17
Jan23

Momento de Poesia

Alegria

   A ESPERANÇA

  

No passado, uma saudade,

No presente, uma amargura,

E no futuro, uma esperança

De imaginária ventura.

 

Eis no que consiste a vida

Imposta por Deus ao homem.

Nisto se consomem dias!

Muitos anos se consomem!

 

Saudade é flor sem perfumes

Quando ainda verdejante,

Mas à medida que murcha,

Ai, que aroma inebriante!

 

A amargura é duro espinho,

Que nas carnes penetrando,

Faz desesperar da vida,

Suas flores definhando.

 

A esperança é frouxa luz,

Que nas trevas nos fulgura;

Vendo-a, ousados caminhamos;

Mas, ai, que pouco dura.

 

Quantos mais passos andados

Na agra senda desta vida,

Mais amargo é o presente,

E a saudade mais sentida.

 

Mas a esperança não; os anos

Fazem-lhe perder o brilho;

Caem-lhe uma a uma as folhas

Da existência pelo trilho.

  

A velhice nada espera.

Nada da esperança lhe dura...

Mas não, cansada da vida,

Tem a paz da sepultura.

 

Tem a morada fulgente

Da inteligência Divina;

Tem as regiões sagradas,

Que eterno sol ilumina.

 

Bendito sejas, meu Deus!

Que nos dás na vida inteira,

A filha dos céus, a esperança,

Por suave companheira.

 

Ela nos enxuga o pranto,

O pranto ardente e amargoso;

Não a acusemos de pérfida,

Esperar... já é um gozo.

 

A mente, esperando, concebe,

Conceção sempre iludida,

Prazeres talvez entrevistos

Nas cenas duma outra vida.

 

Esperamos pois companheiros

Desta fadigosa viagem;

Se a esperança é imagem do gozo,

Adoremos essa imagem.

 

E cruzando este oceano

Com os olhos no porvir;

Esqueçamos no presente

Se horríssono bramir.

 

E quando enfim, já cansados,

Reclinarmos nossa fronte,

Que a esperança nos revele

Mais dilatado horizonte.

 

14
Jan23

Momento de Poesia

Alegria

Lágrima Celeste

 

Lágrima Celeste,

Pérola do mar

Tu que me fizeste

Para me encantar!

 

Ah! Se tu não fosses

Lágrima do Céo,

Lágrimas tão doces

Não chorara eu.

 

Se eu nunca te visse

Bonina do valle,

Talvez não sentisse

Nunca amor egual.

 

Pomba debandade

Que é dos filhos teus?

Luz da madrugada,

Luz dos olhos meus!

 

Meu suspiro eterno,

Meu eterno amor,

De um olhar mais terno

Que o abrir da flor.

 

Quando o néctar chora

Que se lhe introduz

Ao romper da aurora

E ao raiar da l 

Esta voz te enleve,

Este adeus lá soe,

O Senhor t’o leve,

E Deus te abençoe.

 

O Senhor te diga

Se te adoro ou não,

Minha doce amiga

Do meu coração

 

Se de ti me esqueço,

Ou já me esqueci,

Ou se mais lhe peço

Do que ver-te a ti!

 

A ti que amo tanto

Como a flor a luz,

Como a ave o canto,

E o Cordeiro a Cruz;

 

A campa e o cypreste,

A rola e o seu par,

Lágrima celeste!

Pérola do mar!

 

Poema de: João de Deus

Do livro  Campo de flores

 

 

 

 

08
Jan23

Momento de Poesia

Alegria

A Neve

 

Cai a neve tão branquinha

A chamar por mim na janela

Tão leve. Tão fresquinha

No telhado daquela casinha

No jardim ou na ruela.

 

E não sei porque razão

Como cai tão de mansinho

Pois temos a sensação

Que até o nosso coração

Bate muito mais devagarinho.

 

Quando cai pausadamente

Nos campos da minha terra

Quase que nem se sente

E toda aquela gente

Admira a beleza que ela encerra.

 

Como gosto de a admirar

Olhando o cinzento do céu

Caindo ali mesmo defronte

No cimo daquele  monte

Que beleza Deus lhe deu.

 

Há quanto tempo não te via

Formando um longo colchão

Causando tamanha alegria

Naquela grande monotonia

Deixando em mim satisfação.

 

A neve tem tanta beleza

E aos nascentes dá vida

É para os campos fortaleza

Qual bónus da Natureza

Que para nós foi oferecida.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

06
Jan23

Momento de Poesia

Alegria

O meu Bairro

 

Daqui vejo o meu bairro

Sempre com seu ar pitoresco,

Observo o seu jardim

Com um aroma sempre fresco.

 

Bairro pombalino desta cidade

Que imprime sua beleza,

Onde reina a liberdade

E a alegria da natureza.

 

Sempre acolhedor por ambição

Tem este bairro lisboeta,

Alegria no seu coração

Para quem, com ele se meta.

 

Muita Alegria e Glória

Ali encontra quem vier,

Um bairro com história

Para quem nele crescer.

 

Tem Liberdade e altivez

Diversão e movimento,

Tem sempre um ar cortês

Para dar a qualquer momento.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

04
Jan23

Momento de Poesia

Alegria

Mês de Janeiro

 

Neste mês primeiro

Num ano a começar

Chamamos de Janeiro

Por serdo ano inteiro

O tempo de agasalhar.

 

É neste tempo de inverno

Que o frio mais aperta

Não há antigo ou moderno

Que se furte ao eterno

Calor que a lareira nos desperta.

 

Junto à lareira vão contando

Histórias do antigamente

E alegremente cozinhando

A ceia que vai ficando

Pronta para toda a gente.

 

Portas semiabertas, luz acesa

Corações cheios de amizade

Esperando com nobreza

Aqueles que pela sua pobreza

Vêm buscar alguma bondade.

 

Dê carinho e não iluda

Todo aquele que dele carece

E mostre que a sua ajuda

É útil e faz grande muda

E o seu coração enaltece.

 

Ó janeiro de frio violento

Amolece as nossas intenções

Faz com que neste momento

Não haja mais sofrimento

Nesses pobres corações.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

04
Jan23

Momento de Poesia

Alegria

O Momento

 Nestes dias de amargura

Em que o mal ainda perdura

E que à fé nos vamos agarrando;

Tenhamos coragem e vigor

De encarar com muito amor

A perda dos que vão tombando.

 

Vivemos pois a tristeza

Com lugares vazios à mesa

Que outrora eram ocupados:

Pelos entes tão queridos

Que jamais serão esquecidos

Pelos corações desolados.

 

Com muita fé e coragem

Vamos vencer esta viagem

Por este sinuoso caminho;

Porque a vida de todos nós

Depende também de vós

Respeitando o seu vizinho.

 

Sejamos pois mensageiros

E desta luta pioneiros

Que a todos nós pertence;

Vamos pois de cabeça erguida

Defender a nossa vida

Porque nela temos crença.

 

Acreditamos pois no provir

E os nossos corações vão sentir

O orgulho de sermos fortes;

Não ficamos pois indiferentes

Ao sofrimento das gentes

Que encararam as mortes.

 

Vamos lutar com carinho

Ajudar o nosso vizinho

A viver sem tristeza

Mostrando-lhe que a vida

Merece ser bem vivida

Com amor e nobreza.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

03
Jan23

Momento de Poesia

Alegria

 

Peço desculpa aos meus amigos e seguidores deste blog por esta interrupção pois tive um problema no blog mas já foi ultrapassado e prometo continuar com mais assiduidade. Feliz ano de 2023 para todos.

 

O Inverno

 

Como é doloroso e cruel

O longo inverno da nossa vida

Não cabe em folha de papel

Por enorme que seja a medida

 

Como é grande o nevão

Que atravessa aqueles montes

Como bate o meu coração

Ao ver a água fria das fontes.

 

Fumegam na minha aldeia

As lareiras em cada lar

À noite com a luz da candeia

Com seus lumes a crepitar.

 

Ao ver pela minha janela

A chuva que cai nos campos;

Fico a pensar quanto é bela

A natureza com seu encantos.

 

Quando cai a branquinha neve

Do azul cinzento do Céu

Tão gélida mas tão leve

Coisa bela que Deus nos deu.

 

Ficam os submersos os campos

Sob esse manto de alva espuma

E os telhados das casas, brancos

Como um mar cheio de bruma

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

 

 

Pág. 1/2

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