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14
Dez22

Momento de Poesia

Alegria

O Pobrezinho

 

Por uma rua deserta

Sem morada certa

Vai o pobrezinho tiritando;

Com o estômago vazio

Pés nus cheios de frio

Por uma esmola esperando.

 

Alguém que por ali passou

De pronto para ele olhou

E lhe sorriu com carinho;

Vem daí eu te dou pão

E terás no meu coração

Um pequeno cantinho.

 

O pobre então logo sorriu

E o seu coração sentiu

Ali o amor de alguém;

Disse com sua voz a tremer

Senhor como lhe vou agradecer

Esse calor que me faz tão bem?

 

Palavras amigas e pão

Sempre aos pobres dão

Mais alento e vigor;

É que não esqueçais

Hoje filhos, amanhã pais

Ides precisar de muito amor.

 

Praticar o bem sem pensar

Sem dos outros vir a cobrar

O bem que lhe fizemos;

Todos nós somos passageiros

Neste mundo caminheiros

E nada temos ou valemos.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

13
Dez22

Momento de Poesia

Alegria

Suprema Luz

 

Vai coração, vai pelo mundo além

e ao ouvires uma voz por ti chamar

queda-te aí suspenso, a enxugar

as lágrimas que vires  no rosto de alguém.

      A tua mão amiga e piedosa

      estende-se ao recanto mais distante,

      onde ecoar o grito mais alucinante

      ou se oculte uma dor silenciosa.

E se vires uma cruz por entre escombros

a ser arrastada em sangue, em prostração,

renova em ti as forças, coração

e ajuda-a a levar sobre os teus ombros.

     Não tenhas medo, não, do sangue derramado

     por onde  passares a Luz do Bem

     mesmo que em troca recebas o desdém,

     mesmo que fique tu depois sangrado.

Rasga-te em caridade e carinho

e com todos reparte o teu amor,

Sê como que uma benção do Senhor

a semear estrelas no teu caminho.

     Faz de ti uma fonte cristalina

     a refrescar a sede a toda a gente,

     uma brisa que afague, docemente

     como uma branda aragem matutina.

Seja uma chama de ouro o teu sofrer

seguindo Deus em seus Divinos passos

Acolhe o mal do mundo em teus braços

verás que vale a pena viver.

    O tempo mata a ilusão mais terna

      e tudo é pó e cinza, vida além,

-  Só a suprema luz, a Luz do Bem

- Só essa coração, é  que é eterna.   

 

         João Rodrigues                     

12
Dez22

Momento de Poesia

Alegria

O Ano em versos

 

Janeiro com teu luar

E o frio de enregelar

Os nossos corpos doridos;

Em Fevereiro rego cheio

Seja no principio ou no meio

São sempre dias sofridos.

 

Março marçagão

Já alegra o nosso coração

Com as flores da primavera;

Pois Abril e as águas mil

Já o gado sai do redil

E o tempo já não é o que era.

 

Maio, pardo e ventoso

Faz um ano formoso

Diziam antigamente;

Porque o mês de Junho

Com sua foice em punho

Dá de comer a muita gente.

 

Julho, mês de verão

Prepara o nosso coração

Para as festas de Agosto;

Tudo é grande folia

Tudo e festa, tudo é romaria

De manhã até depois do sol-posto

 

Setembro mês de colheitas

Até as vindimas são feitas

Nos vinhedos da minha terra;

Com outubro a ajudar

As que ficaram por acabar

E assim a colheita se encerra.

 

Em Novembro lembramos

Aqueles que nós amamos

E que nos deixaram saudade;

Para em Dezembro frio

Festejarmos com muito brio

A festa da Natividade.

 

Assim se passou o ano

Que com algum desengano

Nos alegrou ou fez sofrer;

Vamos pois ter muito alento

Para viver cada momento

Do próximo que vamos ter.

 

Autor: João (Alegria) Rodrig

09
Dez22

Momento de Poesia

Alegria

 

                                         A mesa de Natal

 

                                              Se na noite de Natal

                                             Não tiveres como habitual

                                             Um perú ou um bacalhau,

                                             Filhoses ou rabanadas

                                             Polvo os coisas comparadas,

                                             Não digas que está mau,

                                             Se tiveres as cadeiras ocupadas

                                             Com todas as pessoas sentadas

                                            Não venhas reclamar;

                                            Pára um pouco para pensar

                                            Quantas famílias vão estar

                                            Com lugares vazios

                                            Que nestes dias mais frios

                                            Nunca vão esquecer,

                                           Olhos tristes olhando

                                           E sobre a mesa derramando

                                           Lágrimas de saudade,

                                           Rostos gravemente feridos

                                           Com a perda dos entes queridos

                                           Para quem não contou a idade.

                                          Por isso pára para refletir

                                          Que em tudo o que está para vir

                                          Neste mundo de querela,

                                          Não importa o que está na mesa

                                          O que conta com certeza

                                          É o que está à volta dela.

 

                                          Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

 

09
Dez22

Momento de Poesia

Alegria

Apoteose do Amor

 

Deus, só Deus

Sabe que os olhos teus

São para mim

Dois faróis clareando o mar

Na fúria do mar

Onde naufraga uma barca

Que o leme perdeu

Coitada, essa barca sou eu

A naufragar

Na existência que é o mar

Socorre-me com a luz desses faróis

Que são teus olhos azuis

São dois lírios os teus seios alabastrinos

Quase divinos

Parecem feitos para o meu beijo

Muito almejo dos lábios teus

Por um som

Pela glória do nosso amor

Musa dos versas meus

Inspira-me por quem és

Minha alma, bendito amor

Curvada aos teus pés

Rosa opulenta

Que o meu jardim ostenta

A queima em dor

Inspiração do meu amor

Eu nem sei por que foi que te amei

Pois tudo em ti é formosura e singular

Amei teu perfil

Amei teus olhos azuis

Eu amei teu olhar

Por fim nem tens pena de mim

Que sofro e choro

Na ânsia de te amar

Ah, triste de quem

Vive a chorar por alguém

 

03
Dez22

Momento de Poesia

Alegria

Ecos de Natal

 

Vibra o nosso coração

Repleto  de grande alegria

Porque foi em Belém que um dia

Nesse lugar humilde e pobre

Onde qualquer pessoa nobre

Nunca teve o arrojo de entrar

Por ser um simples lugar

Reservado ao pastoreio

E conservar em seu seio

Os tão simples animais

Acolhendo Maria e José

Para ali se refugiarem

E ao mundo inteiro darem

O seu grande Salvador

Numa manjedoura de Amor

Com palhas revestida

Ali surgiu uma vida

Nasceu uma bela criança

E deu ao mundo nova esperança

De muito Amor e Carinho

A quem seguir o Seu caminho

Com respeito e humildade

Mostrando sua amizade

Junto do seu semelhante

Estendendo-lhe a cada instante

O braço de ajuda fraternal

Protegendo-o de todo o mal

Para que vivendo em comunhão

E unidos pelo mesmo cordão

Ofertando muito carinho

Percorrendo o mesmo caminho

Que à felicidade nos conduz

Pois foi assim que Jesus

Nos ensinou nessa grande lição

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

03
Dez22

...

Alegria

Cai a chuva

 Cai a chuva no meu telhado

Cai a chuva por todo o lado

Cai a chuva no jardim;

Vai regando salsa e hortelã

Que logo pela manhã

Dão seu aroma para mim.

 

Na Primavera toda a flor

Espera por ela com amor

Quando suas pétalas vai abrindo

Vibra com ternura e carinho

E à beira do caminho

As pedras vai cobrindo.

 

Toda a natureza se vai alegrando

E até de vez em quando

Vai chorando de alegria;

Quando o Céu fica acinzentado

Deixando por todo o lado

Um ar de pura magia.

 

Até o pobre aldeão

Vê crescer no campo o pão

Que durante o ano vai cultivando;

Espera por ela calmamente

E que seja para ele um presente

Vindo dos Céus, jorrando.

 

Chuva que fortalece as nascentes

Alegra o coração das gentes

Para um verão mais feliz;

Vai correndo pelos campos fora

Pois a vida assim melhora

É o povo quem o diz.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

03
Dez22

Momen to de Poesia

Alegria

Vivendo com um propósito

 

O mundo abre caminho

para o homem ou para a mulher

que vive com um propósito,

com um sentido de direção.

 

As energias criativas

para autoexpressão

através de cada indivíduo,

respondem ao seu intento

ou à sua falta de propósito.

 

Sem propósito, sem objetivo,

uma pessoa se encontra,

na maioria das vezes,

andando à toa, em torno de si mesma

sem nada realizar na vida,

esperando ou orando vagamente

para que a sorte, alguma pessoa

ou algum acontecimento

a empurre par um direção

razoavelmente feliz ou construtiva.

 

Desde que a pessoa

não tenha um propósito próprio,

um objetivo definido,

ela se sente deslocada

neste Universo Propositado,

e, inúmeras vezes,

olha invejosamente para aqueles

que sabem para onde vão

e acreditam no que estão fazendo.

 

 

 

02
Dez22

Momento de Poesia

Alegria

Os degraus da Vida

 

Quando subo alguns degraus

Sejam bons ou sejam maus

No decorrer da minha vida;

Sinto sempre a esperança

Que o que a minha vista alcança

É uma porta protegida.

 

Quando enfim no patamar

Pronto para poder entrar

No andar da “Liberdade”;

Algo trava os meus passos

E ali fico refém dos embaraços

Que me cativam a vontade.

 

Quem consegue atingir

Nesta vida sempre a sorrir

Os degraus da “Amizade”;

É deveras um omnipotente

E constrói na sua mente

A verdadeira “Felicidade”.

 

Todos nós construímos

Uma escada que subimos

Dia-a-dia com firmeza;

Por ela todos passamos

Quando ao final chegamos

Estamos no patamar da riqueza.

 

Vai subindo mas com cuidado

Não olhes teu amigo de lado

Porque ele é teu irmão;

Se algum degrau surgir

Que ele não consiga subir

Estende-lhe também  tua mão.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

02
Dez22

Momento de Poesia

Alegria

Os Lobos

 

Vi um lobo um dia

Com a sua boca rasgada

À espera de uma cria;

Do rebanho tresmalhada.

 

Há por aí lobos vorazes

Vivendo de sangue alheio;

De tudo sendo capazes

Passeando no nosso meio.

 

Com seus instintos devoradores

Sempre atentos aos mais incautos;

Vão-se tornando senhores

Chegando sempre mais alto.

 

São assim certas pessoas

Que entre nós vão circulando;

Parecendo almas puras e boas

As pessoas vão enganando.

 

Estejam pois vigilantes

Aos sorrisos enganadores;

De certas pessoas bem-falantes

Com lábia de doutores.

 

Lobos que por aí vagueiam

Atacando sem preconceito;

Enganando presas alheias

Com maldade e sem respeito.

 

Há por aí lobos com gravata

E com sapatos de salto alto;

A quem a justiça não ataca

Por medo do asfalto.

 

Até a lei vai protegendo

Alguns lobos que andam à solta;

Atacando os que vão vivendo

Com esses lobos por aí à sua volta

 

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