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22
Jul21

Momento de Poesia

Alegria

 A Vida III

 

Quando a vida se transforma

Num autentico inferno;

Deixa de brilhar o sol

E só  há  outono e inverno.

 

Não tem mais o perfume

Da encantadora primavera;

Não se sente mais o lume

De algo que se tivera.

 

Quando chega a trovoada

Insultando o nosso coração;

Deixando nossa alma molhada

A rolar ali pelo chão.

 

Vida sem ter um verão

Risonho e cheio de calor;

Vazia de grande paixão

Despida do lindo Amor.

 

Qual pétala caída do ramo

De rosas que te encantaram;

Com seu perfume ufano

E em espinhos se transformaram.

 

Vida de caminhos tortuosos

Com o escuro a espreitar;

Onde não há olhos carinhosos

Para ti sempre a olhar.

 

Vida assim para quê  vive-la

Onde a felicidade jamais existe ;

Se não podemos agora tê-la

Estando o nosso coração triste?

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

Aquele Velhinho

 

Naquele banco de jardim

Com os olhos postos em mim

Está um velhinho sentado

Com ar triste e cansado

Sorriu e disse-me assim.

 

 Contou-me ele que um dia

Teve muita saúde e alegria

Mas agora tudo isso lhe faltou

E a vida dele se mudou

Transformando-se em agonia.

 

Disse-me então com tristeza

Foi assim que a Natureza

Ditou o meu caminho

Vivo só e sem carinho

Sozinho sentado à mesa.

 

Não tenho por quem chamar

Nem à noite nem ao levantar

A família já não existe

Só este banco que é tão triste

Me ajuda a vida a passar.

 

Esta vida de abandono

Que me vai tirando o sono

Pensando na família que tive

E que para mim já não vive

E me lançou no abandono.

 

Vós que sendo simples mortais

Se ainda tendes vossos pais

Dai-lhes carinho e afeição;

Pois neste mundo de ilusão

Podeis passar por coisas tais.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

17
Jul21

Momento de Poesia

Alegria

Suprema Luz

 

Vai coração, vai pelo mundo além,

E ao ouvires uma voz por ti chamar

Queda-te aí suspenso, a enxugar

As lágrimas que vires no rosto de alguém.

   A tua mão meiga e piedosa

   Estende-se ao recanto mais distante,

   Onde ecoar o grito mais alucinante

   Ou se oculte uma dor silenciosa.

E se vires uma cruz por entre escombros

A ser arrastada em sangue, em prostração,

Renova em ti as forças, coração

E ajuda-a a levar sobre os teus ombros.

   Não tenhas medo, não, do sangue derramado

   Por onde passares a Luz do Bem

   Mesmo que em troca recebas desdém

   Mesmo que fique tu depois sangrado.

Rasga-te em caridade e carinho

E com todos reparte o teu amor,

Sê como que uma bênção do Senhor

A semear estrelas no teu caminho.

   Faz de ti uma fonte cristalina

  A refrescar a sede a toda a gente

   Uma brisa que afague docemente

   Como uma branda aragem matutina.

Seja uma chama de ouro o teu sofrer

Seguindo Deus em Seus Divinos passos,

Acolhe o mal do mundo em teus braços

Verás que vale a pena viver.

   O tempo mata a ilusão mais terna

   E tudo é pó e cinza, vida além,

   Só a suprema luz, a Luz do Bem

   Só essa coração, é que é eterna.

 

 

13
Jul21

Anedotas

Alegria

Anedotas 

A Cerveja e a Campanha

 

Um tipo levou a namorada para uma praia deserta. Desaperta-lhe o top do biquini e ela começa a refilar porque ali não dava jeito, que havia muita areia, que ainda se arranhavam e ia entrar areia por todo o lado, etc... O rapaz disse então: - Calma! Não há nada que não se resolva!!!

E foi ao carro buscar uma grande toalha da Super Bock, que estendeu. A namorada deitou-se em cima da toalha. Ao puxar-lhe a cueca do biquini, uma rajada de vento levantou a ponta da toalha e ela reage novamente, dizendo que se iam encher de areia, que a toalha voava, que se arranhavam, etc...

E ele: - Calma! Tudo se resolve.

Foi ao carro e trouxe 4 latas de Super Bock, colocando uma em cada canto da toalha, para esta não esvoaçar.

Como ela estava sempre a implicar com tudo, teve a ideia de trazer também uma venda do carro e para lhe pôr à volta dos olhos.

Continuaram...

Já a rapariga estava nua, quando perguntou: - Trouxeste preservativo?

E o namorado:

- Aqui não tenho, vou buscar ao carro.

Enquanto foi ao carro, passou um gajo que andava a fazer 'jogging'. Ao deparar com a tipa nua e vendada, deitada na toalha, primeiro aproxima-se, começa a mexer e, como ela não se nega, não hesita e 'por aqui me sirvo'!!!

Após ter comido a menina, afasta-se e diz: - Fo......-se!

Com uma campanha destas, agora é que eles rebentam mesmo com a Sagres...

 

A Criada

 

Uma transmontana vem trabalhar pra Lisboa.

Quando vai fazer limpeza ao quarto, debaixo da cama tira o penico e lá

dentro encontra um preservativo, fica pasmada, nisto entrou a patroa que lhe

perguntou o porquê do espanto:

Oh minha xenhora tou a ver uma coisa que me faz espéchie

Ah! Então é isso! Ouve lá maria na tua terra não se fo…?

- Fo… sim minha senhora e de que maneira! Não tiram é a pele ao Car…    

 

A Professora Antónia

A professora Antónia, via-se aflita com a sua turma de alunos.

Eles eram os mais endiabrados que se possa imaginar.

  Um dia ao entrar na sala, vê um pénis desenhado no quadro.

Rapidamente apaga po desenho.

  No dia seguinte, outra vez o mesmo desenho, mas maior que o primeiro.

Nervosamente, dirige-se ao quadro e, energicamente, apaga-o.

  No outro dia, mal entra na sala, vê logo o que era bem visível,

pois dessa vez o desenho ocupava o comprimento quase todo do

quadro. A professora pega no apagador e, ferneticamente,

faz desaparecer o desenho.

  Quando no dia seguinte, entra na sala, olha de soslaio para o

quadro e, finalmente, desaparecera o desenho que a trazia tão nervosa.

Contudo, reparou que, estava algo escrito. Aproximou-se e leu:

"Já reparas-te que, quanto mais me esfregas...mais eu cresço!"

13
Jul21

Momento de Poesia

Alegria

As Cartas

 

Cartas são papeis

Por vezes bem cruéis

Que amachucam o coração

São cruéis como punhais;

Ferindo os pobres mortais

Não têm dó nem compaixão.

 

Também as há com perfume

Mas queimam como o lume

A nossa sensibilidade;

Prometem amor eterno

Mas transformam num inferno

A nossa felicidade.

 

Cartas de diferentes formatos

Que são puros retratos

Da nossa vida austera;

Depositadas no correio

Ou entregues por outro meio

Estão ali à nossa espera.

 

Cartas bem fechadas

Com mil palavras abafadas

O velho baú ali guardou;

Correspondência dos tempos

Que lembram os bons momentos

Que entre nós se passou.

 

Cartas são recordações

De alegrias e paixões

Que a nossa infância viveu;

São alegres melodias

Que tocamos todos os dias

Em que o nosso amor viveu.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

Coração  de pedra

 

Quem me dera poder sentir

O bater forte do teu coração;

Viver com esperança e sorrir

Ter na vida uma ilusão.

 

Ser água  cristalina a correr

Pelo teu corpo abundantemente;

Sentir o efeito do prazer

A viajar na minha mente.

 

Passear pelo teu corpo

Como que em peregrinação;

Pelo caminho de algum horto

Sentir-me como um hortelão.

 

Sentir teu corpo a vibrar

Como que a chamar por mim;

E quando à  noite me deitar

Sentir o teu carinho sem fim.

 

 

 

 

 

 

Viver a teu lado com firmeza

Pensando na nossa felicidade;

Disfrutando a tua beleza

Ter de ti toda a bondade.

 

Eternamente enamorado

Como do romance é o escritor;

Viver sempre por ti apaixonado

Dedicando-te um grande amor.

 

Se tu soubesses quanto é duro

Viver sem sentir de ti o amor;

É  como que não  ter futuro

Vivendo prisioneiro duma dor.

 

Coração de pedra tosca do monte

Que não deu para lapidar;

Sem caminho ou horizonte

Porque não te deixas amar.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

12
Jul21

Momento de Poesia

Alegria

Regresso ao Lar

 

Ai, há quantos anos que eu parti chorando

Deste meu saudoso, carinhoso lar!...

Foi há vinte?...há trinta? Nem eu sei já quando!...

Minha velha ama, que me estás fitando,

Canta-me cantigas para eu me lembrar!...

 

Dei a volta ao mundo, dei a volta à Vida...

Só achei enganos, decepções, pesar...

Oh! a ingénua alma tão desiludida!...

Minha velha ama, com a voz dorida,

Canta-me cantigas de me adormentar!...

 

Trago d'amargura o coração desfeito...

Vê que fundas mágoas no embaciado olhar!

Nunca eu saíra do meu ninho estreito!...

Minha velha ama que me deste o peito,

Canta-me cantigas para me embalar!...

 

Pôs-me Deus outrora no frouxel do ninho

Pedrarias d'astros, gemas de luar...

Tudo me roubaram, vê, pelo caminho!...

Minha velha ama, sou um pobrezinho...

Canta-me cantigas de fazer chorar!

 

Como antigamente, no regaço amado,

(Venho morto, morto!...) deixa-me deitar!

Ai, o teu menino como está mudado!

Minha velha ama, como está mudado!

Canta-lhe cantigas de dormir, sonhar!...

 

Cante-me cantigas, manso, muito manso...

Tristes, muito tristes, como à noite o mar...

Canta-me cantigas para ver se alcanço

Que a minh'alma durma, tenha paz, descanso,

Quando a Morte, em breve, ma vier buscar!...

    Guerra Junqueiro (1950).

 

A Mulher

 A Mulher é fonte de beleza

Que a própria Natureza

No mundo veio colocar;

É o romper da aurora

Que pela vida fora

Devemos respeitar.

 

Mulher, carinho e amor

Mulher, luz, frio e calor

Que aquece os corações;

Com suas pétalas mimosas

Todas elas são rosas

Fonte de grandes emoções.

 

Mulher criança brincando

Mulher pela vida passando

Mulher na Primavera em flor;

Mulher em pleno Estio

Mulher no Outono frio

Mulher no Inverno, calor.

 

Mãe que sempre vai derramando

E que em cada um vai deixando

Um forte amor maternal;

Marcando nossas vidas

Alegres ou por vezes sofridas

Mas sempre amor sem igual.

 

Mulher é carinho, é amor,

É alegria quando se sofre na dor

A falta que está no coração;

É o forte e grande abraço

É o terno e quente regaço

É o valor da imensidão.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

09
Jul21

Momento de Poesia

Alegria

Águas cruzadas

 

Quando dois rios se cruzam

As mesmas águas usam

Num só leito a correr;

São como as nossas vidas

Que quando bem unidas

Formam um mar de prazer.

 

Descendo das montanhas

Vencem distâncias tamanhas

Correndo na mesma direção;

São como a vida da gente

Vão-se espraiando docemente

Até encontrar no mar solução.

 

Águas límpidas a nascer

Por esses vales a correr

São como o nosso coração;

Bombeadas pelos montes

Vão chegando até às fontes

Sempre correndo pelo chão.

 

Rios que movem moinhos

Seguindo os seus caminhos

Com direção ao mar;

São veias do nosso ser

Que quando param de correr

Deixam-nos a murmurar.

 

Águas turvas sem claridade

São pessoas cheias de maldade

Que cruzam nossos caminhos;

Enquanto as transparentes

São como aquelas gentes

Que merecem nossos carinhos.

 

Águas claras da corrente

Que toda e qualquer gente

Devia seguir com atenção;

Limpando as suas almas

Vivendo em planícies calmas

Purificando o seu coração.

 

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

 

 

 

 

 

 

 

07
Jul21

Momento de Poesia

Alegria

A Pandemia 2

 

Neste mundo de infeções

Todo ele com preocupações

Com o vírus avassalador;

Vivemos em cada momento

Horas de grande sofrimento

De incerteza e grande dor.

 

Corona vírus cavalgante

Que nos dá em cada instante

Noticias de grande pesar;

Transpondo todas as fronteiras

E não encontrando barreiras

Que o consigam parar.

 

Vamos pois encontrar meios

Povos não tenham receios

De lutar com muita bravura;

Tenham fé e muita coragem

Cuidado com a abordagem

Porque a luta vai ser dura.

 

Sempre se encontra remédio

Para esta vida de tédio

Que no mundo se instalou;

Mas com a inteligência humana

O vírus não nos engana

Porque a fé nunca nos abandonou.

 

Corona ou outro nome que tenha

Sempre que a doença venha

O remédio vai surgir para combater;

Tenham coragem minha gente

Todos nós vamos fazer frente

E com audácia vamos sobreviver.

 

Recolham-se com paciência

Sigam com muita indulgência

Os preceitos recomendados;

E assim veremos o futuro

Menos triste, menos escuro

Ficando todos mais descansados.

 

Sempre houve em eras remotas

Doenças a bater às portas

Trazendo grandes epidemias;

Todas elas foram combatidas

E temporariamente banidas

Desses tão cruéis e longos dias.

 

Vamos pois estar muito atentos

Pois sempre se disse que os tempos

São remédios muito eficazes;

Se a fé não nos faltar neste momento

Vamos ter discernimento

Porque disso somos capazes.

 

Aos mais vulneráveis eu vou pedir

Tenham o cuidado de se prevenir

Se de vossas casas têm que se ausentar;

Não abusem da vossa sorte

Porque o mal quando é de morte

Está ali na esquina a espreitar.

 

Este corona que dizem ser Chinês

E que se instalou no mundo de vez

Veio com coragem e bravura;

Por isso temos que o enfrentar

E espaço não lhe vamos dar

Porque somo uma raça muito dura.

 

Portugueses de muita audácia

Vamos atuar com falácia

Frente a essa feroz epidemia;

E mostraremos com habilidade

Que temos muita vontade

De viver no amanhã outro dia.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

Aquele Velhinho

 Naquele banco de jardim

Com os olhos postos em mim

Está um velhinho sentado

Com ar triste e cansado

Sorriu e disse-me assim.

 

 Contou-me ele que um dia

Teve muita saúde e alegria

Mas agora tudo isso lhe faltou

E a vida dele se mudou

Transformando-se em agonia.

 

Disse-me então com tristeza

Foi assim que a Natureza

Ditou o meu caminho

Vivo só e sem carinho

Sozinho sentado à mesa.

 

Não tenho por quem chamar

Nem à noite nem ao levantar

A família já não existe

Só este banco que é tão triste

Me ajuda a vida a passar.

 

Esta vida de abandono

Que me vai tirando o sono

Pensando na família que tive

E que para mim já não vive

E me lançou no abandono.

 

Vós que sendo simples mortais

Se ainda tendes vossos pais

Dai-lhes carinho e afeição;

Pois neste mundo de ilusão

Podeis passar por coisas tais.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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