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28
Abr21

Momento de Poesia

Alegria

Viajando por Portugal 5

 

 E depois de (ENDIABRADA)

A (MARIA VINAGRE) gritou

Diga que já não estou

Para (GARANHÃO) que vier

Depois de passar (NECESSIDADES)

Fiquei com muitas vaidades

De ter nome de mulher.

 

Depois de passar (PORTAGEM)

A (BEXIGA) ficou cheia

E não fazem a mínima ideia

Como ficaram (COLHÕES)

Vendo (VALE DA RATA) ali

E (PORREIRAS) como eu vi

Em (RANHOLAS) mulherões.

 

 Também passei (VAL DA PORCA)

E (VENDA DO PORCO) visitei

Mas outras terras encontrei

Com nomes muito especiais

A (VENDA DA PORCA) também

E (RIO SECO DOS MARMELOS) além

São lugares com nomes tais.

 

 Passei a (ALDEIA DOS GAGOS)

(A-DA-GORDA) encontrei

E em (CAMA DA PORCA) descansei.

Encontrei a (FILHA BOA) mais além

Encontre (PAUS) fartos por todo o lado

E (PENSO) que depois de cansado

Vou ficar por aqui muito bem.

 

 

Viajando por Portugal 6

 

Passei por (HOSPICIOS)

Depois de (TORREDEITA) e (RATO)

E digo com muito aparato

Que (PUNHETE) é especial

Mesmo para quem não tem

Possibilidades de viver além

Nessa aldeia de Portugal.

 

 Em (VENDA DAS RAPARIGAS)

Eu (DAREI) sorrisos belos

Mas outros lugares vamos tê-los

Em (JADÃO) eu fui passar

De (TORREDEITA), vi (RATO)

E depois de fazer um trato

Por lá não voltei a andar.

 

Fui à (TERRA DA GAJA)

Para ver se ali dormia

E uma (ALIVIADA) nesse dia

Disse que (COITO) e (COLO DO PITO)

Por serem bons lugares

E terem muito bons ares

Seria muito mais bonito.

 

 Encontrei pessoas (PORREIRAS)

Que me disseram com lealdade

Haver (QUARTOS) à vontade

Com (ANAIS) da nossa história

E com a cabeça em brasa

Fiquei ali naquela casa

De tão boa memória.

24
Abr21

Momento de Poesia

Alegria

Viajando por Portugal

Página 3 e 4

 

Viajando por Portugal 3

 

 Visitei (CASAL DA ÁGUA TODO O ANO)

E vi em (CATRAIA DO BURACO)

(DEGOLADOS) em grande aparato

Estavam (MATA CÃES) e (MATA MOUROS)

Que o (PAITORTO) por (PAIXÃO)

Em (CEPOS) os foi deixar no chão

Como se fossem tesouros.

 

 Vi (FOCINHO DE CÃO)

Aguçado como um punhal

E tão grande que como tal

Eu fui para outro lugar

Para poder andar tranquilo

Deixei para trás tudo aquilo

 

E a (VAL DOS MORTOS) fui parar.

Dali vi o (CEMITÉRIO)

E (VERGAS) de (PONTA) afiada

Pois (VENDA DOS PRETOS) estava fechada

Porque (VINHA DA DESGRAÇA)

Foi (PRESA DOS MOUROS) na (QUARTA FEIRA)

Por ter deixado a (QUEIJADA) na tosteira

Em (RONDULHA) abandonada

 

 Em (PONTA) encontrei (AMOR)

Mas logo (CABRÃO) apareceu rindo

E (CABRÕES) também iam vindo

Mas (ÀS DEZ) em (CAMA DA VACA)

(CABEÇUDOS) eles ficaram

E depois que acordaram

Todos eles iam fugindo

 

Página 4

Viajando por Portugal 4

 

No (IMAGINÁRIO) da (POBREZA)

Em (CASAIS DO NÃO HÁ) (NAMORADOS)

Porque (MALHOU) nos sobrados

E em tempo (PASSADO)

Fez um grande (CHIQUEIRO)

Por ter sido o primeiro

A ficar com (PÉS ESCALDADOS)

 

 Fui a (CASAL DE MIL HOMENS)

E encontrei (MUNDO NOVO)

Porque não havia nenhum povo

Em (CASAIS DA BESTEIRA)

E (MATA MOUROS) foi a primeira

A contar com os (BARBUDOS)

Na (BICHA) da (BAGACEIRA)

 

 Depois de passar pela (VAGINA)

A (VENDA DA GAITA) apareceu

E na (VENDA DAS PULGAS) tudo aconteceu

E com (CRUCIFIXO) fui ao (PURGATÓRIO)

Porque em (VILAR DE PRAZERES) estaria

A (CAMPA DO PRETO) onde se fazia

Constantemente um velório.

 

 Então os (BARBUDOS) lá da terra

Em (JERUSALÉM DO ROMEU)

Todos eles e também eu

Juraram com um grande manifesto

Parar com esta grande confusão

De nomes porque senão…

Interessa (DEIXA-O-RESTO)

 

 

 

 

 

 

22
Abr21

Momento de Poesia

Alegria

O cair da tarde

 

Cai a tarde vai-se o dia

Regressa a casa o trabalhador,

Vem cantando com alegria

Por ter cumprido com rigor.

 

Já o sol se escondeu

Para lá daquele monte,

O campo todo ele emudeceu

Escureceu o horizonte.

 

Aparece a estrela da tarde

A brilhar lá no Céu azul,

E a brisa começa a soprar

Com o vento vindo do sul.

 

Cai o silêncio na aldeia

Vê-se o fumo pelos ares,

Chegou a hora da ceia

Naqueles modestos lares.

 

O trabalhador pousa a enxada

Com que andou a trabalhar,

E a camisa ainda suada

Está prestes do corpo a soltar.

 

É assim a vida do campo

Na nossa modesta aldeia,

E o pobre camponês entretanto

Vive de coração e alma cheia.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

22
Abr21

Momento de Poesia

Alegria

Lisboa Encantada

 

Nesta cidade encantada

De guerreiros e mareantes;

Minha água furtada

Com telhados ondulantes.

 

Meu lençol de cambraia

Com almofadas de linho;

Minha toalha de praia

Estendida pelo caminho,

 

Com encantos de madrugada

Olhando o raiar da aurora ;

Vives tu moira encantada

Por um Tejo que te namora.

 

Tens o castelo por guardião

Sempre a olhar-te dali;

Tens o fado por paixão

E fadistas a cantar para ti.

 

E ao longo das tuas vielas

Com cheiro a rosmaninho;

Passa o fado por elas

Que a cantar chora baixinho.

 

No trinar das guitarras

Toda a musica entoa;

E o marinheiro solta amarras

Ao ver-te de perto, Lisboa.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

19
Abr21

Momento de Poesia

Alegria

A Viagem de autocarro

 

Logo pela manhã viajei

O autocarro eu apanhei

Ali naquele mesmo lugar;

Fui então pela cidade

Matar a minha curiosidade

De a cidade contemplar.

 

Passei ruas e avenidas

Algumas bem compridas

Que o tempo marcou;

Deixando-me embalar

Com o próprio andar

Do autocarro que me levou.

 

Entram e saem passageiros

Mas há alguns dos primeiros

Que vão até ao fim da viagem;

E eu para minha satisfação

Vou olhando com atenção

Contemplando a paisagem.

 

O autocarro vai enchendo

E eu vou para mim dizendo

Com grande euforia;

Esta gente que aqui vai

Todos os dias aqui e ali sai

Cumprindo o seu dia-a-dia.

 

Quando a viagem chegou ao fim

E o motorista dizendo para mim

A viagem termina aqui;

Acabou ali o meu passeio

Fiquei feliz bem o creio

Pelo experiência que vivi.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

19
Abr21

Momento de Poesia

Alegria

À Aldeia de Sezures

 

Nascida na Beira Alta

A minha aldeia se exalta

Com toda a sua grandeza;

Irradiando felicidade

É uma terra sem idade

Pois é uma aldeia portuguesa.

 

Que lhe deu o foral

Dom Afonso rei de Portugal

Segundo reza a nossa historia;

Cesurãesseu nome original

Desta aldeia de Portugal

Cheia de valor e glória.

 

Freguesia de grande expansão

Que tem ao seu coração

Outros povos bem unidos;

Com suas gentes modestas

Seus santos e suas festas

Muitos anos vencidos.

 

Acha sempre muita beleza

Encanto, amor e riqueza

Todo aquele que por ti passa;

Recebes com bom coração

Porque tens como devoção

A Nossa Senhora da Graça.

 

Minha terra tão querida

Que recordo a minha vida

Onde brinquei em criança ;

Cresci e andei na escola

Corri e joguei à  bola

Como é grande esta lembrança.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

16
Abr21

Provérbio e Adivinhas

Alegria

 

Por um Abril de progresso

 

Numa primavera de Abril

Tantas coisas nos prometeram;

Mas neste mundo tão vil

Os nossos sonhos morreram.

 

Passaram tantos anos

E nada muda afinal

Cada vez há mais pobreza

Neste lindo Portugal.

 

Ainda há aldeias sem progresso

Que fazem sofrer corações

Para elas quando regresso

Sinto tamanhas desilusões.

 

Mas audazes que nós somos

Nesta terra de navegantes;

Vamos construir risonhos

O que destruíram os governantes.

 

Temos um Hino e uma Bandeira

Que amamos com fervor;

Pois queira o mundo ou não queira

Vamos mostrar o nosso valor.

 

Cravos, cravos muitos cravos

Vermelhos rubra cor;

Serão sempre o símbolo sagrado

De uma nação cheia de “Amor”.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

Os Lírios

 

Lírio branco do campo,

Beleza do meu jardim;

Pureza, paz e encanto

Que a Natureza criou para mim.

 

Lírio roxo, tão sedutor

Criado num campo qualquer;

És símbolo de um grande amor

Quando se fala de uma mulher.

 

Lírio azul, símbolo de bem-estar

Com a natureza que te criou;

És digno de um altar

Onde alguém te colocou.

 

Lírio vermelho com teu calor

Encantas quem por ti vai passando;

Também no reino do amor

Tu vais a felicidade espalhando.

 

Lírio amarelo, dá-me energia

Para eu com paciência viver

Na minha vida o dia-a-dia

Para a tua cor eu poder ver.

 

Lírios de muitas cores

São uma dávida da  natureza

São fonte de muitos amores

E para sempre o realce da beleza.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

 

 

14
Abr21

Anedotas

Alegria

O Dezoito

 

O António casou-se lá na província e no dia seguinte ao casamento, fez contar que tinha dado dezoito “Fod” na noite do casamento.

A notícia propagou-se e a partir daí foi alcunhado de “Dezoito”

Não sabendo lidar com a situação, deixou a esposa lá na aldeia e partiu para a zona de Sintra, onde se empregou temporariamente numa quinta pertença a um juiz que fazia serviço em Lisboa;

Num belo dia de sol, andando o António a trabalhar na referida quinta passou por lá um individuo conhecedor do seu segredo, que se lhe dirigiu cumprimentando-o pela alcunha que conhecia “O Dezoito”.

A esposa do juiz que estava por perto, apercebeu-se do sucedido e dirigindo-se ao António muito descaradamente interrogou-o sobre o apelido que o transeunte lhe chamara.

Este muito aflito e não sabendo como explicar à patroa o sucedido, ficou bastante inquieto e prometeu explicar isso noutra altura.

Mas a esposa do juiz com era muito sabida conseguiu dar a volta à questão e o António lá contou o sucedido.

Ao ouvir esta história, a senhora como andava um pouco carente perguntou ao António se ele seria capaz de repetir a cena, ao que, ele respondeu muito categoricamente que se tivesse como, ele mesmo repetiria a cena.

Foi o que a senhora quis ouvir e logo ali convidou o António a cumprir essa obrigação fazendo uma aposta de um mês de salário, ao que o António aceitou prontamente.

Aproveitando a hora de trabalho do Juiz, deram inicio à sessão, mas o pobre do António ao completar o serviço à décima oitava não conseguiu ejacular pelo que a senhora negava-se a pagar a aposta por não ser cumprida a regra da ejaculação na décima oitava “Fod”.

O António retorquiu dizendo que se ia aconselhar muito sabiamente com o juiz esposo da patroa para ele decidir quem ganharia a aposta.

Quando foi chagada a hora do jantar o António muito hábil fez a seguinte pergunta ao Senhor seu patrão:

Senhor doutor, posso pôr-lhe uma questão?

Sim respondeu prontamente o juiz.

Então lá vai acrescentou o António

Certo individuo fez uma aposta com outra pessoa de com um cajado e sem interrupção deitar abaixo duma nogueira dezoito nozes duma só vez; finda a operação verificou-se que uma das nozes não tinha conteúdo.

 - Que ganhou a aposta?

O juiz pensou e rapidamente decidiu:

Quem ganhou foi o homem do cajado, porque como deitou uma noz sem conteúdo ela na sua essência tinha o mesmo valor.

Assim o António ganhou a aposta.

A esposa do juiz não ficando satisfeita com o resultado resolveu continuar com esta aventura e propôs nova etapa ao António.

Desta vez a proposta consiste no seguinte:

Ela, patroa, põem-se na posição de “quatro” e o António avança de pau ao alto e tenta enfiar dentro da Vagina e assim ganha dois meses de vencimento, caso contrário perde o que ganhou anteriormente.

O António avança, mas, erra o alvo e vai introduzir o varapau no buraco situado acima, o que deixa a patroa muito zangada dizendo que ele perdeu a aposta, pois a mesma era acertar na ranhura e não no buraco.

O António barafusta e apela novamente para o Sr. Doutor juiz nestes termos:

Sr. Doutor, certo individuo um dia fez uma aposta que eu vou contar da seguinte maneira:

Havia uma casa com a porta principal e por cima desta uma janela, a intenção era o individuo partir de longe com um varapau e enfiar o mesmo na porta, mas em vez de acertar na porta, acertou na janela que estava um pouco acima.

Quem fica vencedor desta etapa?

O juiz novamente é confrontado com um caso difícil sem saber o que se passa na própria casa.

Decidiu dar razão ao António dizendo que, como o individuo acertou na janela melhor acertava na porta uma vez que a mesma era muito maior.

E assim a Patroa teve que levar onde não esta a contar e pagar ao António a respetiva quantia de dois meses de vencimento.

Mas como qualquer mulher ferida no seu orgulho não vacilou e continuou a pressionar o António para nova etapa, desta vez elevando o valor mais acima, dobrando sempre o valor anterior.

Desta vez embora satisfeita com os serviços prestados pretendeu pôr à prova as qualidades do macho António que tão heroicamente cumpriu as obrigações que o senhor doutor juiz não fora capaz de levar a bom porto.

Então desta vez a hábil senhora propôs ao António a seguinte missão:

Dormir o António entre as duas filhas, moças de boa estatura e formadas de rica beleza, sem que lhes fizesse algo o que seria para um homem muito difícil.

Foi a aposta combinada entre as três mulheres

António tinha que dormir entre as duas filhas do casal, duas loiraças boas como o milho, uma com dezoito anos e outra com vinte, mas, sem lhe tocar o que é muito complicado para este homem de grande gabarito sexual.

Mas o António como um bom beirão aceita mais uma vez o desafio e partiu para a guerra dos chamados sexos.

Como combinado o António instala-se no meio das moçoilas, mas, desta vez prevenido, atou o pénis com um cordel a uma das suas pernas.

 

 

Ora como era de esperar, as meninas é que não foram pelos ajustes e, quando o António fingia que dormia elas muito cuidadosamente cortaram o cordel e aí o António ficou com o animal à solta para poder pastar à vontade.

Como qualquer animal selvagem o bicho fez das suas e atacando pela esquerda e pela direita, foi uma noite de muito trabalho, que resultou num longo cansaço indo a senhora acordá-los já altas horas inundados em prazer.

Mais uma vez a senhora replicou e reclama a aposta, mas o António já com a lição estudada e mais uma vez o Sr. Doutor juiz é chamado a resolver esta questão.

O António põe a questão desta maneira:

Sr. Doutor, certo individuo na minha terra tinha uma leira de terreno (isto é um bocado de terreno) entre outros; e um dia resolveu prender um burro no seu terreno afim de ele pastar, mas os vizinhos proprietários dos terrenos ao lado e com apetitosos pastos resolveram cortar a corda que prendia o animal, indo este para os terrenos alheios provocando alguns estragos.

A pergunta é: Tem que o dono do animal indemnizar os vizinhos por tal acto pelo qual não foi responsável?

O Sr. Doutor juiz mais uma vez analisou o caso e decidiu que o dono do animal nada teria que pagar pelos eventuais estragos nas propriedades vizinhas como até podia pedir uma indeminização por invasão de propriedade alheia pois a corda que prendia o animal foi cortada pelos mesmos.

E assim o Sr. Doutor juiz resolveu mandar o António para a sua aldeia pois ficou com receio que algo acontecesse ao seu velho corpo.

 

Autor: João Rodrigues

 

11
Abr21

Anedotas

Alegria

A grande solução

 

   Uma solteirona, de idade avançada, ao desejar fazer uma lápide

 para a sua campa, foi a um escultor para gravar na pedra mármore

 que comprara, os seguintes dizeres:

 "Nascida virgem, virgem em vida e virgem na eternidade".

 - O escultor, ao examinar a pequena pedra, diz para a senhora:

 - Minha senhora: É pequena para um texto tão longo. Lamento,

 mas não é possível fazer essa gravação.

 A pobre senhora, desesperada e a torcer as mãos, pergunta:

 - Mas então não há solução?

 - Bom, tem de se dar um jeito.

 - Oh, fico-lhe mito grata!

 Efectivamente, passados uns dias, o inspirado escultor, gravou o seguinte:

 - "DEVOLUÇÃO INTACTA".

 

As vírgulas

 Pois é  muito importante pôr  as virgulas no lugar certo.

À beira da morte, um homem pediu papel e caneta, e escreveu isto:

“Deixo os meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada dou aos pobres”

Esqueceu-se da pontuação, de modo que cada nomeado pontuou segundo os seus interesses.

O sobrinho fez a seguinte pontuação: "Deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada dou aos pobres."

A irmã pontuou assim: "Deixo os meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada dou aos pobres."

O alfaiate também pontuou, puxando a brasa à sua sardinha: "Deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada dou aos pobres."

Foi então que um pobre, sabido, fez esta interpretação: "Deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Dou aos pobres."

Moral da história:

Não deixe que ninguém escreva por si. Seja o autor e o protagonista da sua vida. Dê  um rumo à sua história.

11
Abr21

Momento de Poesia

Alegria

Vagueando pela cidade

 

Vagueando pela cidade

Lembrando a minha mocidade

Que vivi em tempos passados;

Horas boas de encantamento

Decorridas pelo tempo

Que a vida deixa lembrados.

 

Nesta cidade de deslumbramento

Vivemos cada momento

Cheio de ilusão e euforia;

Corremos ruelas e avenidas

Deixando para trás esquecidas

As mágoas do dia-a-dia.

 

Hoje recordo com carinho

Todo e qualquer cantinho

Que nesta cidade percorri;

Sinto algum desalento

Que com o próprio tempo

Eu num me esqueci.

 

Corri bairros, travessas e vielas

E encontrei em todas elas

Belezas que me encantaram;

Beldades e formosura

De apertadinha cintura

Que meus olhos adoraram.

 

 Hoje neste tempo de progresso

Mas que o passado não esqueço

O meu tempo de paixão;

Vejo o tempo que corre veloz

Passando por todos nós

E vai apertando o meu coração.

 

 Lembro ainda as horas no jardim

Quando nas tardes sem fim

O sol despontava no Céu;

Entre os pares de namorados

Ali unidos e agarrados

Estávamos, tu e eu.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

 

 

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