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31
Mar21

Momento de Poesia

Alegria

As ruas da minha Aldeia

 Pelas ruas da minha aldeia

Anda a minha alma cheia

Com enorme saudade;

Por elas tantos dias eu passei

Que nunca as esquecerei

Ali vivi a minha mocidade.

 Pela Rua da Cooperativa

É bom que se lhe diga

Parte e regressa toda gente;

Foi um dia que por ali

Para procurar eu parti

Outra vida diferente.

 Rua Heróis do Ultramar

Que partiram para lutar

Por terras de ninguém;

Não vivendo a sua mocidade

E deixando cheio de saudade

O coração de sua mãe.

 Rua dos Ferreiros e da Capela

Qualquer uma mais singela

Que a outra pois então;

Estrada do Boco, Estrada Velha

Também se aconselha

Rua da Campina e Rio Dão.

 Quelha do Cícero e Quintã

Onde em qualquer manhã

As pessoas vão passando;

Rua da Lapa e Corga do Pereiro

Rua da Escola e do Cruzeiro

Todas elas vou amando.

 Rua da Fonte e da Igreja

Onde a alegria sempre sobeja

Pela Rua Senhora da Graça;

Pois é em dias de procissão

Com muito amor e devoção

Que por esta rua ela passa.

 Rua da Vinhó e do Altinho

São elas um bom caminho

Para outras encontrar;

Travessas da Quintã ou da Igreja

É bom que qualquer um veja

Da Senhora o seu Altar.

 Rua Dr. Lúcio de Almeida e Silvã

Onde em qualquer manhã

O sol vê outras luzes;

Rua das Carvalhas e da Serra

Também o seu brilho descerra

A luz na rua das Cruzes.

 Rua das Olas, Beco do Figueiredo

Rua dos Fornos e Carvalhedo

Rua Dr. António de Almeida e Escola;

Rua António de Almeida (Capitão)

E Bairro Novo pois então

Rua dos Parques e Campo da Bola.

 Rua Major Elias Cabral

Também desta aldeia natural

Como outros, bom cidadão;

Todos merecem nosso louvor

Que com seu grande amor

Dignificaram esta povoação.

 Rua Professor Almeida Frias

Onde com ele todos os dias

Na sua escola aprendi

A ler, escrever e contar

Passei dias de encantar

Nas horas que ali vivi.

 E demonstrando o meu carinho

Não esqueço a Rua do Ribeirinho

Por onde eu tantas vezes passei;

Hoje tenho na lembrança

De quando era ainda criança

Foi nesta aldeia que me criei.

 Hoje com orgulho e vaidade

Mesmo longe na cidade

Lembro minha terra natal;

Sezures, digo esse lugar

Não há melhor para amar

Do que esta aldeia de Portugal.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

 

28
Mar21

Momento de Poesia

Alegria

A mudança da hora

 

Hoje dormi à pressa

Porque mudou a hora

Tive que alinhar nessa

Porque o relógio não demora.

 

Quando eu dormia docemente

Agarradinho à almofada

Acordei apressadamente

Porque uma hora era passada

 

O sol já está brilhando

Nos montes e na aldeia

E vai assim deixando

De calor a minha alma cheia.

 

Hora de inverno, hora de verão

Tanta mudança para acertar

E os relógios assim lá vão

Todo o tempo a contar.

 

O meu relógio já acertei

Já lhe rodei os ponteiros

Ficou certinho quando o deixei

A trabalhar como os primeiros.

 

Com um tictac vai ele contando

As horas e os minutos também

Vai assim o tempo lembrando

Até que outro acerto lá vem.

 

 

Autor:  João Alegria Rodrigues

 

 

 

 

 

 

 

27
Mar21

Momento de Poesia

Alegria

O domingo na minha aldeia

 Pela manhã  tocam os sinos

No campanário da igreja matriz,

Anunciando lindos hinos

Para um dia muito feliz.

 

Dirigem-se então os aldeões

Para cumprir sua devoção,

Rezando lindas orações

Pedindo a Deus o seu pão.

 

Chegou já  o senhor Prior

Que cumprimenta os seus fieis,

Pedindo por todos ao Senhor

O amor de suas leis.

 

É  dia de procissão e moradores

Têm as suas ruas engalanadas,

Os Santos nos seus andores

Recebem as orações tão desejadas.

 

Segue-se a celebração

Da Eucaristia tão desejada,

Muitos pedidos de perdão

Para uma vida descansada.

 

Acabada a solenidade

Os amigos se vão cumprimentar.

Como em qualquer comunidade

É a hora de saudades matar.

 

Pela tarde no largo eu vejo

Há bailarico e diversão,

Toca a concertina e o realejo

Todos alegram o coração.

 

São assim na minha aldeia

Os domingos com lazer,

Todos ficam com a alma cheia

De alegria e muito prazer.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

 

 

 

 

 

26
Mar21

Momento de Poesia

Alegria

Viajando por Portugal

 E depois de (ENDIABRADA)

A (MARIA VINAGRE) gritou

Diga que já não estou

Para (GARANHÃO) que vier

Depois de passar (NECESSIDADES)

Fiquei com muitas vaidades

De ter nome de mulher.

 

Depois de passar (PORTAGEM)

A (BEXIGA) ficou cheia

E não fazem a mínima ideia

Como ficaram (COLHÕES)

Vendo (VALE DA RATA) ali

E (PORREIRAS) como eu vi

Em (RANHOLAS) mulherões.

 

 Também passei (VAL DA PORCA)

E (VENDA DO PORCO) visitei

Mas outras terras encontrei

Com nomes muito especiais

A (VENDA DA PORCA) também

E (RIO SECO DOS MARMELOS) além

São lugares com nomes tais.

 

 

Passei a (ALDEIA DOS GAGOS)

(A-DA-GORDA) encontrei

E em (CAMA DA PORCA) descansei.

Encontrei a (FILHA BOA) mais além

Encontre (PAUS) fartos por todo o lado

E (PENSO) que depois de cansadoVou ficar por aqui muito bem.

 

   Passei por (HOSPICIOS)

Depois de (TORREDEITA) e (RATO)

E digo com muito aparato

Que (PUNHETE) é especial

Mesmo para quem não tem

Possibilidades de viver além

Nessa aldeia de Portugal.

 

 Em (VENDA DAS RAPARIGAS)

Eu (DAREI) sorrisos belos

Mas outros lugares vamos tê-los

Em (JADÃO) eu fui passar

De (TORREDEITA), vi (RATO)

E depois de fazer um trato

Por lá não voltei a andar.

 

Fui à (TERRA DA GAJA)

Para ver se ali dormia

E uma (ALIVIADA) nesse dia

Disse que (COITO) e (COLO DO PITO)

Por serem bons lugares

E terem muito bons ares

Seria muito mais bonito.

 

 Encontrei pessoas (PORREIRAS)

Que me disseram com lealdade

Haver (QUARTOS) à vontade

Com (ANAIS) da nossa história

E com a cabeça em brasa

Fiquei ali naquela casa

De tão boa memória.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

25
Mar21

Anedotas

Alegria

Uma aposta valiosa

 

Certo dia uma senhora de certa idade, apresenta-se numa instituição bancária

com uma sacola cheia de dinheiro pedindo para falar com o gerente da Instituição.

A velha senhora insiste em falar com o presidente do Banco pois uma vez que se tratava de um grande depósito queria assim abrir uma conta no referido Banco.

Após grande discussão, um funcionário levou-a à presença do referido Presidente.

O Presidente pergunta-lhe então qual a importância que ela quer depositar.

Ao que ela respondeu:

- 250.000 euros, colocando o saco em cima da secretária.

- Curioso ele pergunta-lhe como é que ela angariou tanto dinheiro.

- A velha senhora respondeu-lhe que fazia apostas.

Surpreendido o Presidente perguntou-lhe:

 Que tipo de apostas?

A velha senhora então respondeu:

- Apostas assim do tipo: Eu apostei que o senhor Presidente tem os são quadrados.

- O Presidente riu-se, dizendo que é impossível ganhar pois os seus testículos não são quadrados.

Então a velha senhora respondeu:

Quer apostar que eu ganho?

- Claro, respondeu ele – aposto 25.000 euros em como os meus testículos não são quadrados.

A velha senhora respondeu então:

Estamos combinados, mas como se trata de uma importância elevada, eu volto amanhã pelas 10 horas com o meu advogado para servir de testemunha, isto se não tiver nada contra.

- Sem problema confirmou confiante o Presidente do Banco.

 

 

 

 

- À noite o Presidente ficou muito preocupado com a aposta e passou muito tempo em frente do espelho a examinar os testículos, virando-os para todos os lados, muitas e muitas vezes para se assegurar sem possibilidade de erro que os malditos testículos não poderiam ser considerados quadrados e ter a certeza que assim ganharia a aposta.

- No dia seguinte, às 10 horas em ponto, a velha senhora apresenta-se no Banco

Com o seu advogado para confirmara aposta de 25.000 euros de que os testículos eram quadrados.

- O Presidente confirma então que a aposta está de pé, conforme o combinado no dia anterior.

- A velha senhora pede-lhe então para baixar as calças e todo o resto, para que ela e o seu advogado pudessem ver tudo, com o que o Presidente concordou de livre e espontânea vontade.

- A velha senhora aproximou-se então e perguntou se podia tocá-los.

- É claro minha senhora, disse o Presidente – levando em consideração a quantia de dinheiro envolvida a senhora tem que ter 100% de certeza.

- Então a velha senhora começou a fazê-lo com um leve sorriso.

- O Presidente percebeu então que o advogado estava a bater com a cabeça contra a parede

E perguntou à velha senhora porque é que ele estava a fazer aquilo.

Foi então que ela respondeu:

Provavelmente porque eu apostei com ele 50.000 euros que por volta das 10 horas teria os testículos do Presidente do Banco na minha mão

 

 

25
Mar21

Anedotas

Alegria

 A Chave mestra

_ Vovô, porque é que o homem que fica com

Várias mulheres é considerado GOSTOSÃO?

e a mulher que fica com vários homens é

considerada VAGABUNDA?

_ Ó! minha neta... a chave que abre várias

fechaduras é chamada CHAVE-MESTRA, e

fechadura que se abre com qualquer

chave, não presta pra nada!

 

A CUEQUINHA DA VIÚVA ALENTEJANA

Uma alentejana estava viúva há quatro anos e durante todo esse tempo não teve contato com nenhum homem.

A filha, cansada de ver a mãe tão triste, apresentou-a a um viúvo muito simpático.

 Os dois acabaram por se darem muito bem.

Depois de seis semanas, a saírem todas as noites, o viúvo levou-a para um motel.

Ela tira a roupa e fica nua, com exceção de uma minúscula cuequinha de renda preta. Olhando para o viúvo disse:

"Você pode fazer o que quiser comigo, mas aqui (apontando para a cuequinha), ainda estou de luto".

Foi um verdadeiro balde d'água fria no pobre homem.

Na noite seguinte, a mesma história. Ela tira a roupa e faz aquela mesma ladainha. Só que ela não esperava por esta.

O viúvo estava nu naquela situação vexatória e com o "pilau" coberto com uma camisinha preta.

Ela olha espantada e pergunta:

Mas o que é isso?

Ele responde:

Pois é, vim dar os meus pêsames!

Já posso entrar?

25
Mar21

Momento de Poesia

Alegria

 

Viajando por Portugal 3

Visitei (CASAL DA ÁGUA TODO O ANO)

E vi em (CATRAIA DO BURACO)

(DEGOLADOS) em grande aparato

Estavam (MATA CÃES) e (MATA MOUROS)

Que o (PAITORTO) por (PAIXÃO)

Em (CEPOS) os foi deixar no chão

Como se fossem tesouros.

 Vi (FOCINHO DE CÃO)

Aguçado como um punhal

E tão grande que como tal

Eu fui para outro lugar

Para poder andar tranquilo

Deixei para trás tudo aquilo

 E a (VAL DOS MORTOS) fui parar.

Dali vi o (CEMITÉRIO)

E (VERGAS) de (PONTA) afiada

Pois (VENDA DOS PRETOS) estava fechada

Porque (VINHA DA DESGRAÇA)

Foi (PRESA DOS MOUROS) na (QUARTA FEIRA)

Por ter deixado a (QUEIJADA) na tosteira

Em (RONDULHA) abandonada

 Em (PONTA) encontrei (AMOR)

Mas logo (CABRÃO) apareceu rindo

E (CABRÕES) também iam vindo

Mas (ÀS DEZ) em (CAMA DA VACA)

(CABEÇUDOS) eles ficaram

E depois que acordaram

Todos eles iam fugindo

 

 Viajando por Portugal 4

No (IMAGINÁRIO) da (POBREZA)

Em (CASAIS DO NÃO HÁ) (NAMORADOS)

Porque (MALHOU) nos sobrados

E em tempo (PASSADO)

Fez um grande (CHIQUEIRO)

Por ter sido o primeiro

A ficar com (PÉS ESCALDADOS)

 Fui a (CASAL DE MIL HOMENS)

E encontrei (MUNDO NOVO)

Porque não havia nenhum povo

Em (CASAIS DA BESTEIRA)

E (MATA MOUROS) foi a primeira

A contar com os (BARBUDOS)

Na (BICHA) da (BAGACEIRA)

 Depois de passar pela (VAGINHA)

A (VENDA DA GAITA) apareceu

E na (VENDA DAS PULGAS) tudo aconteceu

E com (CRUCIFIXO) fui ao (PURGATÓRIO)

Porque em (VILAR DE PRAZERES) estaria

A (CAMPA DO PRETO) onde se fazia

Constantemente um velório.

 Então os (BARBUDOS) lá da terra

Em (JERUSALÉM DO ROMEU)

Todos eles e também eu

Juraram com um grande manifesto

Parar com esta grande confusão

De nomes porque senão…

Interessa (DEIXA-O-RESTO)

 

22
Mar21

Momento de Poesia

Alegria

A vida de um camionista

 

Quando vou para a estrada

Percorrendo sem destino

Quilómetros vindos do nada

Como que um peregrino.

 

Sinto a chuva no asfalto

O vento batendo na janela

À minha frente gritando bem alto

Alguém dizendo que a vida é bela.

 

Sinto prazer em conduzir

Neste caminho da minha vida

Tenho muita fé no porvir

Nesta estrada só de ida.

 

Na minha vida de camionista

Sempre olhando com atenção

Sem nunca perder de vista

Todo o horizonte e todo o chão.

 

Todo aquele que vive a vida

Com amor à sua profissão

Sempre sente nela guarida

Entregando-lhe o seu coração.

 

Quando chegamos de viagem

Cumprida a nossa missão

Vivida com muita coragem

Com amor e perfeição.

 

Todo aquele que desempenha

Seu trabalho com amor

Mostra que tudo o que dele venha

Tem sempre muito valor.

 

Devagar que tenho pressa

Diziam os antigos com razão

Devagar não te demores

Dizia meu pai com coração.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

22
Mar21

Anedotas

Alegria

 

A anã e as galochas

Uma anã vai a uma consulta de ginecologia.

- Bem doutor... Na verdade não sei o que dizer...cada vez que chove a minha vagina dói-me.

- Dói-lhe? Como?

- Ah, doutor, dói, arde, fica avermelhada...

- Bem, suba para a marquesa que vou examiná-la.

O médico observa-a atentamente e diz-lhe:

- Na verdade não encontro nada de anormal... Mas como é a dor?

- É uma dor muito intensa. O interessante é que só sinto quando chove...

- Bem, recomendaria que venha num dia de chuva, assim posso fazer um diagnóstico mais preciso.

Passam-se 15 dias e numa tarde chuvosa aparece no consultório novamente a anã.

- Ai, doutor...Não aguento mais as dores! Hoje, que está a chover, está-me a doer muito novamente!

O médico olha e manda-a deitar-se na marquesa ginecológica. Coloca um lençol entre as pernas, agarra uma tesoura e começa a trabalhar.

Cinco minutos depois, diz-lhe para descer da marquesa:

- Como se sente?

A anã caminha um pouco e diz:

- Estou muito bem doutor, já não sinto nada. O que é que o senhor fez?

- Nada. Só cortei um pouco as galochas...

 

A loira e o bilhete de avião

Uma loira com bilhete para "turística" entra no avião e vai sentar-se na classe VIP.

A hospedeira que presenciou a cena, dirigiu-se à Srª e pediu o bilhete. Depois de verificar que ela estava ma classe errada, diz.

Desculpe, mas esta classe é reservada a pessoas importantes.

A loira toda irritada respondeu. Eu comprei bilhete para ir de férias para os "Barbados" e é aqui que vou ficar.

A hospedeira vendo que não conseguia resolver o problema, foi ter falar com um colega e contou-lhe o sucedido.

O colega foi ter com a loira e passados alguns segundos a loira abandonou o lugar e foi sentar-se na classe Turística.

A hospedeira vendo a cena, pergunta ao colega. O que foi que lhe disses-te? O colega respondeu. Nada de especial, só lhe disse que aquela parte do avião não ía para os Barbados

22
Mar21

Momento de Poesia

Alegria

Viajando por Portugal 1

 

 Pensei em um dia em conhecer

As terras do meu país

Que como o povo bem diz

Têm nomes esquisitos

E então nelas encontrei

Nomes que nem sei

Se são assim tão bonitos.

 

 Saí então de (COINA)

E deixei a (BURACA) aberta

E sem morada certa

Seguindo para (REGO DE AZAR)

Encontrei (VACA LOURAS)

Que sem mangedouras

Ali andava a passear.

 

 Fiquei então (A VER O MAR)

Com (AGUÇADOURA) à vista

E tal como um bom artista

Ali fiquei um pouco a olhar

Encontrei ali (ANGÚSTIAS)

Porque tinha (TRASEIROS)

Para poder ultrapassar.

 

 Em (SÍTIO DAS SOLTEIRAS)

Eu vi (MULHER MORTA)

Mesmo a entrada da porta

Vi o (REGO DO AZAR)

Pedi a (SENHORA DO ALIVIO)

Que neste meu martírio

Me pudesse vir salvar.

 

Viajando por Portugal 2

 

Passei (SARILHOS GRANDES)

E (CARNE ASSADA) encontrei

E então ali mesmo apreciei

O (RABO DE PORCO) especial

Mas surge então a (PREGUIÇA)

E com pensamento na (LAGARTIXA)

Ali mesmo descansei.

 

 Depois de (ARROTA)

(PEDAÇO MAU) me espera

Mas uma simples quimera

Me deixa (COXO) em (RIO CABRÃO)

Mas (SARILHOS PEQUENOS) encontrei

Então por ali ainda fiquei

Até encontrar (QUINTA DA COMICHÃO).

 

 Encontrei (TERRA DA GAJA)

Mesmo ali com (VAGINHA) ao pé

A (CORNALHEIRA) com o fruto em pé

Que mesmo aqui ou (ALÉM)

Apanhado no (DESERTO)

Ou aqui mesmo tão perto

Sabe sempre muito bem.

 

 O (ORELHUDO), (MAL LAVADO)

E mesmo muito (PORCA)

A (PICHA) quase morta

Vem de (VILA NOVA DO COITO)

Vendo a (RATOEIRA) armada

Nunca pensa em mais nada

Sejas duas ou vinte e oito.

 

Continua...

 

 

 

 

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