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27
Fev21

Anedotas

Alegria

 

A loira e o bilhete de avião

Uma loira com bilhete para "turística" entra no avião e vai sentar-se na classe VIP.

A hospedeira que presenciou a cena, dirigiu-se à Srª e pediu o bilhete. Depois de verificar que ela estava ma classe errada, diz.

Desculpe, mas esta classe é reservada a pessoas importantes.

A loira toda irritada respondeu. Eu comprei bilhete para ir de férias para os "Barbados" e é aqui que vou ficar.

A hospedeira vendo que não conseguia resolver o problema, foi ter falar com um colega e contou-lhe o sucedido.

O colega foi ter com a loira e passados alguns segundos a loira abandonou o lugar e foi sentar-se na classe Turística.

A hospedeira vendo a cena, pergunta ao colega. O que foi que lhe disses-te? O colega respondeu. Nada de especial, só lhe disse que aquela parte do avião não ía para os Barbados.

 

Praça Marquês de Pombal 1.jpg

 

 

Já Nem Vejo os Casacos

 

Certa vez iam três malucos pela Avenida da República abaixo; quando chegaram ao Marquês de Pombal, um deles disse para irem empurrar a estátua. Os outros concordaram e lá começaram a empurrar. Tanto empurraram, que já estavam cheios de calor e resolveram despir os casacos. Despiram-nos e puseram-nos à beira do passeio. Passou por lá um sujeito e tirou-lhos. Claro que eles estavam todos entretidos a empurrar a estátua, e nem deram por isso.

 

Ao fim de uma hora de estarem a empurrar, um deles diz:

— Ó pá, isto parece que não anda!

— Anda, sim senhor; eu já nem vejo os casacos!

27
Fev21

Momento de Poesia

Alegria

 

20200421_095329.jpg

 

Olhando a minha janela

 

Hoje ao abrir a minha janela

O que eu vi através dela

Foi algo deprimente;

A minha rua estava deserta

E nem uma porta aberta

Ou sinal de alguma gente.

 

Olhei o lindo céu azul

E virando o meu olhar para sul

Vi as andorinhas a chilrear;

Oh! como eu tenho saudade

Daquela imensa  liberdade

De poder como elas cantar.

 

Tempo de refúgio caseiro

Que nem o próprio dinheiro

Pode por agora comprar;

A vida que podia ser bela

Está parada ali na ruela

Por um futuro melhor a esperar.

 

Olhando o horizonte

Fico à espera que ali defronte

Alguém sorria para mim;

E venha com alegria dizer

Já podemos conviver

O mau tempo teve o seu fim.

 

O bom povo português

Vai mostrar mais uma vez

Que é muito forte e unido;

Mostrando que é capaz

Porque foi sempre muito audaz

Nunca poderá ser vencido.

 

Vamos mostrar ao mundo

O nosso sentimento profundo

De bom povo que se envaidece;

De ser um bom anfitrião

E ter muito bom coração

Para quem por cá aparece.

 

Quero a  minha rua novamente

Repleta de boa gente

Com alegria por ela a passar;

Cantado e rindo em festa

Dizer não há outra como esta

Quero aqui vir habitar.

 

Rua cheia de alegria

Onde tanta gente vivia

Noutros tempos de outrora;

Quero vê-los cá novamente

Sentir vosso respirar ardente

Ao passar de cada hora.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

 

 

 

 

 

 

 

24
Fev21

Momento de Poesia

Alegria

Lisboa Encantada

 

Nesta cidade encantada

De guerreiros e mareantes;

Minha água furtada

Com telhados ondulantes.

 

Meu lençol de cambraia

Com almofadas de linho;

Minha toalha de praia

Estendida pelo caminho,

 

Com encantos de madrugada

Olhando o raiar da aurora ;

Vives tu moira encantada

Por um Tejo que te namora.

 

Tens o castelo por guardião

Sempre a olhar-te dali;

Tens o fado por paixão

E fadistas a cantar para ti.

 

E ao longo das tuas vielas

Com cheiro a rosmaninho;

Passa o fado por elas

Que a cantar chora baixinho.

 

No trinar das guitarras

Toda a musica entoa;

E o marinheiro solta amarras

Ao ver-te de perto, Lisboa.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

24
Fev21

Momento de Poesia

Alegria

 

Viver a Vida

 

Tantas famílias hoje desfeitas

E que um dia foram eleitas

Para encontrarem a felicidade;

Sofrem o sabor da amargura

Nesta vida tão insegura

Neste mundo de desigualdade

 

Corremos sempre com energia

Atrás de um novo dia

Que nem sempre encontramos;

Ficamos esperando que o futuro

Seja mais feliz, menos duro

Para uma vida que amamos.

 

Vamos pois todos refletir

Num alegre e sorridente porvir

Que a vida nos vai reservando;

Praticando no nosso coração

O dom do amor e da afeição

Que sempre vamos alcançando.

 

A vida é um caminho sinuoso

Mas também algo venturoso

Se soubermos por ele andar;

Saibamos pois escolher

A meta mais bela a percorrer

Para um bom fim alcançar.

 

De fronte sempre erguida

Sigamos na nossa vida

A estrada da amizade;

Ela será sempre um bom preceito

Se tivermos cuidado e jeito

E uma Super carga de bondade.

 

Precisamos dar ao nosso vizinho

Todo o necessário carinho

Que o nosso coração tem no fundo;

E assim a dor se vai apaziguando

Mesmo que sempre lembrando

Quem partiu  deste mundo

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

 

 

 

 

24
Fev21

Momento de Poesia

Alegria

 

A Esmola do Pobre

Nos  toscos degraus da porta

De Igreja rústica e antiga,

Velha, trémula mendiga,

Implorava compaixão.

Quase um século contado

De atribulada existência,

Ei-la, enferma e na indigência,

Que à  piedade estende a mão.

   Duas crianças brincavam

À distância na alameda;

Uma trajava de seda,

Doutra humilde era o trajar.

Uma era rica, outra pobre;

Ambas louras e formosas;

Nas faces a cor das rosas,

Nos olhos o azul do ar.

  A rica ao deixar os jogos,

Vencida pelo cansaço,

Viu a mendiga, e ao regaço

Uma esmola lhe lançou;

Ela recebeu-a, e a criança

Que a socorre compassiva

Em prece fervente e viva

Aos anjos encomendou.

  Dum ligeiro sentimento

De vaidade possuida,

A criança mal vestida

Disse à do rico trajar:

- "O prazer de dar esmolas

"A ti e aos teus não é dado;

"Pobre como és coitado!

"Aos pobres o que hás-de dar?"

  Então a criança pobre,

Sem mais sombra de desgosto,

Tendo o sorriso no rosto,

Da igreja se aproximou;

E após, serena, em silêncio,

Ao chegar junto da velha,

Descobrindo-se, ajoelha

E a magra mão lhe beijou.

  E a mendiga alvoraçada,

Ao colo os braços lhe lança,

E beija a pobre criança,

Chorando de comoção.

É ssim que a caridade

Do pobre ao pobre consola.

Nem só da mão sai a esmola,

Sai também do coração.

20
Fev21

Momento de Poesia

Alegria

A Cigarra e A Formiga

 

Como a cigarra o seu gosto

É levar a temporada

De Junho, Julho e Agosto

Numa cantiga pegada,

 

 De Inverno também se come,

E então rapa frio e fome!

Um Inverno a infeliz

Chega-se à formiga e diz:

 

Venho pedir-lhe o favor

De me emprestar mantimento,

 Matar-me a necessidade;

 Que em chegando a novidade,

 

 Até faço um juramento,

 Pago-lhe seja o que for.

 Mas pergunta-lhe a formiga:

"Pois que fez durante o Estio?"

 

 - Eu, cantar ao desafio.

"Ah cantar? Pois, minha amiga,

Quem leva o Estio a cantar,

 Leva o Inverno a dançar!"

 

Autor: João de Deus (1830-1896)

 

 

    A natureza

 

Um pardal no meu telhado

Um pombo ali na Praça,

A passear lado a lado

Com a pomba de sua graça

 

As andorinhas com seu chilreado

Ali bem juntinho da minha janela,

Com o seu voo acelerado

Passam velozes por ela.

 

O melro canta a sua melodia

Voando ali pelos quintais,

Vai passando assim o dia

Desde as horas matinais.

 

Da minha janela vejo o Céu

Com o seu azul tão celeste,

Que encanto a natureza deu

A este Paraíso terreste.

 

Se neste mundo encantado

Todos soubessem viver,

Havia para todos um bocado

De bom pão para comer.

 

Solidariedade coisa morta

Que já poucos conhecem,

Desconhecendo aquela porta

Dos que ali já arrefecem.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

18
Fev21

Momento de Poesia

Alegria

  A Mulher

 A Mulher é fonte de beleza

Que a própria Natureza

No mundo veio colocar;

É o romper da aurora

Que pela vida fora

Devemos respeitar.

 

Mulher, carinho e amor

Mulher, luz, frio e calor

Que aquece os corações;

Com suas pétalas mimosas

Todas elas são rosas

Fonte de grandes emoções.

 

Mulher criança brincando

Mulher pela vida passando

Mulher na Primavera em flor;

Mulher em pleno Estio

Mulher no Outono frio

Mulher no Inverno, calor.

 

Mãe que sempre vai derramando

E que em cada um vai deixando

Um forte amor maternal;

Marcando nossas vidas

Alegres ou por vezes sofridas

Mas sempre amor sem igual.

 

Mulher é carinho, é amor,

É alegria quando se sofre na dor

A falta que está no coração;

É o forte e grande abraço

É o terno e quente regaço

É o valor da imensidão.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

 

 

 

 

 

 

16
Fev21

Momento de Poesia

Alegria

A minha janela

Quando abro a minha janela

Vou vislumbrando  através dela

O novo dia que se vai iniciar;

Vejo  o sol qual rima

Por essa colina acima

Para o meu dia vir alegrar.

 

Vejo ao longe o horizonte

E o cimo daquele monte

Coberto de espessa neblina;

Começa então um novo dia

Repleto de imensa alegria

E um novo dia se aproxima.

 

Vejo então os passarinhos

Saindo dos seus humildes ninhos

Com os seus alegres chilreios ;

Cumprimentando com alegria

Para que o meu novo dia

Me aponte novos anseios.

 

Mais um dia a decorrer

Com amigos para conhecer

Procurando a felicidade;

E a minha janela aberta fica

Para receber essa coisa rica

Que  se chama “Amizade”.

 

O meu coração é uma janela

E quando eu me debruço nela

Sinto uma imensa alegria;

Fico a apreciar a grandeza

Daquilo que a natureza

Tem para nós no dia-a-dia.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

15
Fev21

Momento de Poesia

Alegria

 

 

21382620_0YwlE.jpeg

 

À luz da candeia

 Serões de leitura

Em tempos de vida dura

Se cumpriram com rigor;

Com muita emoção

E vontade no coração

Virei páginas com amor

Livros que eu devorei

Quantos títulos já não sei

Romances, contos ou policiais;

Horas de imenso prazer

Que eu passei a ler

Quando em casa de meus pais .

 

No tempo da nossa infância

Sem preconceito ou arrogância

Quando temos um livro para ler;

Agarramo-lo com paixão

Devorando páginas ao serão

Para na realidade o converter.

 

À luz daquela candeia

Passada a hora da ceia

Chega a hora de eu ir ler;

Agarrado então à leitura

Transformo a vida dura

Em momentos de grande lazer.

 

O candeeiro de luz amarelada

Com a sua chama já cansada

De tanto petróleo gastar;

Ali ficava fazendo-me companhia

Como que à espera de outro dia

Para a leitura continuar.

 

 

Sempre à espera do final

Daquele romance imortal

Que eu desejava finalizar;

Para o próximo volume

Quentinho como o lume

Pudesse outro começar.

 

Outro livro, espera fechado

Para ser novamente folheado

Com vontade e frenesi

Para ficar na minha memória

Toda esta grande história

De tudo quanto eu li.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

 

 

 

13
Fev21

Momento de Poesia

Alegria

 

 

 

transferir.jpg

 

A Lua

 

Quando te vejo pela noitinha

“Cheia” irradiando a tua beleza;

Fica com a  impressão minha

Que és maravilha da natureza.

 

Mas no ”Minguante “ da tua vida

Por onde passas constantemente;

Ficas bastante combalida

Mas voltas a ser bela novamente.

 

Quando “Nova” voltas a ser

Vais irradiando com felicidade;

Quem em ti consegue ver

O fino fio da tua claridade

 

E no “Crescente” por ti espero

Para te ver “Cheia” novamente;

Pois o teu luar ver eu quero

A iluminar tudo à minha frene.

 

Quando o sol em ti adormece

Com toda a sua claridade;

A tua beleza rejuvenesce

E voltas a ter claridade.

 

Lua, és a minha luz da noite

E companheira das estrelas;

Sempre que eu me afoite

Vir à janelas para vê-las.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

 

 

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