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12
Jan15

Por terras de Portugal

Alegria

 

 

As profecias do sapateiro Bandarra

Monumento ao Grande Bandarra 2.JPG

Sente Bandarra as maldades do mundo e

particularmente as de Portugal

 

      CXLV
Vejo um grande Rei humano
Alevantar sua bandeira,
Vejo como por peneira
A Grifa morrer no cano.
      CXLVI
Vejo o lobo faminto
Concertado c'os rafeiros:
Os pastores, e ovelheiros
São de um consentimento.
       CXLVII
Acho cá no instrumento,
Que virá um contador
Tomar conta do pastor
E pagará um por cento

       CXLVIII

Resolvi o meu canhenho
Sobre este forte barão
Não lhe acho nenhum senão;
Dizer dele muito tenho.
       CXLIX
Vejo um alto engenho
Em uma roda triunfante,
Vejo subir um infante
No alto de todo o lenho.
         CL
Vemjo erguer um grão Rei
Todo bem aventurado,
E será tão prosperado,
Que defenderá a grei.
         CLI
Este guardará a Lei
De todas as heresias,
Derrubará as fantasias
Dos que guardam, o que eu não sei.
       CLII
Vejo sair um fronteiro
Do Reino de trás da serra,
Desejoso de pôr guerra
Esforçado cavaleiro.
       CLIII
Este será o primeiro,
Que porá o seu pendão
Na cabeça do Dragão
Derruba-lo-á por inteiro.
       CLIV
Acho, que depois virá
Às ovelhas dum pastor
Mui manso, e bom guardador,
Que o fato reformará.
       CLV
Este pastor lhe dará
A comer erva mui sã,
E das suas ovelhas, e lã
Ao mesmo Deus vestirá.
       CLVI
Todos terão um amor,
Gentios como pagãos,
Os Judeus serão Cristãos
Sem jamais haver error.
       CLVII
Servirão um só Senhor
Jesus Cristo, que nomeio,
Todos crerão, que já veio
O Ungido Salvador.
      CLVIII
Tanto quanto aqui se diz,
Olhem bem as Profecias
De Daniel e Jeremias,
Ponderem-nas de raiz.
      CLIX
Acharão que nestes dias
Serão grandes novidades,
Novas leis e variedades,
Mil contendas e porfias.  (FIM)
Extraidas do livro:
"As profecias do sapateiro Bandarra"
 
    
09
Jan15

Por terras de Portugal

Alegria

 

Trancoso

 

As profecias do sapateiro Bandarra

Monumento ao Grande Bandarra 2.JPG

Sente Bandarra as maldades do mundo e

particularmente as de Portugal

 
      CXXXI
E nestes trezentos dias,
Senhor, que agora contamos
se contem as Profecias
De Daniel, e Geremias,
Nas quais agora entramos.
     CXXXII
E depois de eles entrarem
Tudo será já sabido,
Aqueles que aos seis chegarem,
Terão quanto desejarem,
E um só Deus será conhecido.
     CXXXIII
Convosco falo estas cousas,
Como com um grande letrado,
As umas são perigosas,
E as outras duvidosas
Ainda não hão começado.
      CXXXIV
Antes destas cousas serem
Desta era que dizemos,
Muitas grandes cousas veremos,
Quais não viram os que vieram,
Não vimos, nem ouviremos.
       CXXXV
Sairá o prisioneiro
Da nova gente que vem
Dessa Tribu de Rubem,
Filho de Jacob primeiro
Com tudo o mais que tem.
      CXXXVI
O mocho está assobiando,
Dizendo e chamando bois,
E com medo de depois,
Tudo se está arreceando.
      CXXXVII
Os dois bois estão berrando,
Pelo tirar da barroca,
Que não entre na sua toca
O Bufo, que está bufando.
      CXXXVIII
Acvho em as Profecias
Que a terra tremerá
E como abóbada soará
Quando faz harmonias.
       CXXXIX
Dizem, que nos últimos dias,
Que aquestas cousas serão,
A vinte e quatro acharão
Este dito de Isaias.
       CXL
Vejo os lobos comer
As ovelhas degoladas
E as vacas mortas montadas
E os cordeiros gemer.
      CXLI
Não deve a terra tremer
Mas fundir-se sem tardança,
Pois os que têm a governança
Os não querem defender.
      CXLII
Vejo o mundo em perigo,
Vejo gentes contra gentes;
Já a terram não dá sementes
Senão favacas çpor trigo.
      CXLIII
Já não nenhum amigo,
Nenhum tem o ventre são,
Somo já vento soão
Quie não tem nenhum abrigo.
       CXLIV
Vejo quarenta e um ano
Pelo correr do cometa,
Pelo ferir do planeta
Que demonstra ser grão dano.  (Continua)

 

08
Jan15

Por terras de Portugal

Alegria

 

Trancoso

As profecias do sapateiro Bandarra

Monumento ao Grande Bandarra 1.JPG

Sente Bandarra as maldades do mundo e particularmente as de Portugal

 

     SONHO TERCEIRO

     

          CIX

Oh! quem pudera dizer,

Os sonhos que o homem sonha!

Mas eu hei grão vergonha

De nos não quererem crer.

         CX

Sonhava com grão prazer,

Que os mortos ressucitavam,

E todos se alevantavam,

E tornavam a renascer.

         CXI

E que via aos que estão

Trás os rios escondidos;

Sonhava, que eram saidos

Fora daquela prisão.

         CXII

Vi ao Tribu de Dão

Com os dentes arreganhados,

E muitos despedaçados

Da Serpente, e do Dragão.

        CXIII

E também vi a Rubem

Com grão voz de muita gente,

O qual vinha mui contente

Cantando, Jerusalém.

       CXIV

Oh! quem vira já Belém

E esse monte de Sião

E visse o Rio Jordão

Para se lavar mui bem!

        CXV

Vi também a Simeão

Que cercava, todas as partes

Com bandeiras e estandartes

Nephtalim, e Zabulão.

       CXVI

Gad vinha por capitão

Desta gente que vos falo

Todos vinham a cavalo,

Sem haver um só pião.

      CXVII

Eu por mais me afirmar,

E ver se estava acordado

Vi um velho mui honrado,

Que me vinha a perguntar.

      CXVIII

Dize-me, tu és de Agar,

Ou como falas Cananeu?

Ou és porventura Hebreu

Dos que nós vimos buscar?

       CXIX

Tudo o que me perguntais

(Respondi assim dormente)

Senhor nãosou dessa gente,

Nam conheço esses tais.

       CXX

Mas segundo os sinais

Vós sois do povo cerrado,

Que dizem estar ajuntado

Nessas partes Orientais.
      CXXI
Muitos estão desejando
Serem os povos juntados:
Outros mui avisados
O estão arreceando.
       CXXII
Arreceiam vir no bando
Esse Gigante Golias
Mas por ver Henoch, e Elias
Doutra parte estão folgando.
       CXXIII
Dizei-me, nobre Barão,
Pergunto, se sois contente,
Dizer-me vossa semente
Se é da casa de Abraão?
       CXXIV
Que eu sam dessa geração
Saí da Tribu de Levi,
Sacerdote como Heli
O meu nome é Arão.
       CXXV
Eu quisera-lhe responder,
E tocar-lhe em a Lei,
Senão nisto acordei
E tomei grande prazer.
      CXXVI
E depois de acordado
Fui a ver as Escrituras,
E achei muitas pituras
E o sonho afigurado.
      CXXVII
Em Esdras o vi pintado,
E também vi Isaias,
Que nos mostra nestes dias
Sair o povo cerrado.
      CXXVIII
O qual logo fui buscar
A Got, Magot, e Ezequiel,
As Domas de Daniel
Comecei de as olhar;
E achei no seu cantar
Segundo o que representa;
E assim Gad, como Agar,
Que tudo se há-de acabar
Dizendo: cerra os setenta.
     
Resposta do Bandarra a algumas perguntas
que lhe fizeram, e da resposta delas se
conhecem quais foram
     CXXIX
Os segredosque já se vem
Porque, Senhor, perguntais,
Mui grande segredo tem,
Que muitos dizem Amen,
Mais se calam mais e mais.
     CXXX
O mais está por cumprir,
O que a minha conta soma:
Porque de partir a vir
O texto se há-de cumprir
Primeiro, Senhor, em Roma. (Continua)
   
 

 

05
Jan15

Por terras de Portugal

Alegria

Trancoso

As profecias do sapateiro Bandarra

Monumento ao Grande Bandarra 2.JPG

 Sente Bandarra as maldades do mundo e particularmente as de Portugal

 
        SONHO SEGUNDO
 
          XCIV
Oh! quem tivera poder
Para dizer,
Os sonhos que o homem sonha!
Mas hei medo, que me ponha
Grão vergonha
De mos não quererem crer.
Vi um grão Leão correr
Sem se deter
Levar sua viagem,
Tomar o porco selvagem
Na passagem,
Sem nada lho defender.
 
       XCV
Tirará toda a escória
Será paz em todo o mundo,
De quatro Reis o segundo
Haverá toda a vitória.
 
       XCVI
Será dele tal memória
Por ser guardador da lei,
Polas armas deste Rei
Lhe darão triunfo e glória.
 
      XCVII
Trinta e dois anos e meio
Haverá sinais na terra;
A Escritura não erra;
Que aqui faz o conto cheio.
 
      XCVIII
Um dos três que vão arreio
Demontra ser grão perigo;
Haverá açoite e castigo
Em gente que não nomeio.
 
     XCIX
Já o tempo desejado
É chegado
Segundo o firmal assenta
Já se passam os quarenta
Que se ementa
Por um Doutor já passado.
O Rei novo é acordado
Já dá brado:
Já arresoa o seu pregão
Já Levi lhe dá a mão
Contra Sichem desmandado,
E segundo tenho ouvido,
E bem sabido,
Agora se cumprirá:
A desonra de Dina
Se vingará
Como está prometido.
 
      C
O rei novo é escolhido,
E elegido,
Já alevanta a bandeira
Contra a Grifa parideira
Que tais pastos tem comido;
Porque haveis de notar,
E assentar
Aprazendo ao Rei dos Céus
Trará por ambas as leis,
E nestes seis
Vereis coisas de espantar.
 
      CI
O néscio quer afirmar,
E declarar
Desde seis até setenta
Que se ementa,
Do Rei que vai livrar.
Louvemos este Barão
Do coração,
Porque é Rei de Direito;
Deus o fez todo perfeito
Dotado de perfeição.
 
      CII
Este Rei tem um irmão,
Bom Capitão.
Não se sabe a irmandade?
Todo é nobre, em bondade;
E na verdade
Que sairá com o pendão.
 
      CIII
Muitos estão desejando,
E altercando,
Se o meu dito sderá certo,
Se de longe, se de perto?
E sobre o tal praticando.
Aquele grão Patriarca
No-la mostra, e está falando,
E declara o grão Monarca:
Ser das terras, e comarca
Semente del Rei Fernando.
 
      CIV
Este Rei de grão primor,
Com furor,
Passará o mar salgado
Em um cavalo enfreado,
E não selado,
Com gente de grão valor.
 
        CV
Este diz, socorrerá,
E tirará
Aos que estão em tristura,
Desde, conta a Escritura,
Que o campo despejará,
Os Fidalgos estimados,
E desprezados,
Que até agora são corridos,
Com o tal serão erguidos,
E mui queridos,
E com os Reis estimados.
 
       CVI
Se lerdes as Profecias
De Jeremias,
Irão dos cabos da terra
Tomar os Vales, e Serra,
Pondo guerra,
E tirar as heresias,
Derrubar as Monarquias,
E fantasias
Serão bem apontuadas,
Serão todas derrubadas,
Desconsoladas
Fora das possentadorias
 
      CVII
Ainda mais profetizando,
E declarando:
Seus pequenos das manadas,
Derrubar-lhe-ão as moradas
Bem entradas,
E assim o vai mostrando.
Já o Leão vai bradando,
E desejando
Correr o porco selvagem,
E tomá-lo-á na passagem
Assim o vai declarando.
 
     CVIII
Muitos podem responder,
E dizer:
Com que prova o sapateiro
Fazer isto verdadeiro,
Ou como isto pode ser?
Logo quero responder
Sem me deter.
Se lerdes as Profecias
De Daniel e Jeremias
Por Esdras o podeis ver.  (Continua)
 
04
Jan15

Por terras de Portugal

Alegria

 

 

Trancoso

As profecias do sapateiro Bandarra

 

 

Monumento ao Grande Bandarra 1.JPG

Sente Bandarra as maldades do mundo particularmente as de Portugal

 

        LXXXV

Tomará com seu poder,
E grão saber,
Todos os portos de além,
Marrocos e Tremecem,
E fez também:
Fará tudo a seu querer,
Vê-lo-ão a cometer
Pelo deter,
Que querem ser tributários,
E lhe querem dar dinheiros,
Lisonjeiros
Os quais não deve querer.
      LXXXVI
E depois da Embaixada
Declarada,
Antes que cerrem quarenta,
Erguer-se-á a grão tormenta,
Do que intenta,
E logo será amansada,
E tomarão a estrada
De calada,
Não terão quem os afoite,
Dar-lhe-ão aquela noite
Tal açoite,
Que a Fé seja exalçada.
   
      LXXXVII
Já o tempo desejado
É chegado,
Segundo o firmal assenta:
Já se cerram os quarenta,
Que se ementa,
Por um Doutor já passado.
O Rei novo é alevantado,
Já dá brado;
Já assoma a sua bandeira
Contra a Grifa parideira,
Lá gomeira,
De tais prados tem gostado.
 
      LXXXVIII
Saia, saia esse infante
Bem andante,
O seu nome é D. João,
Tire e leve o pendão,
E o guião
Poderoso e triunfante.
Vir-lhe-ão novas num instante
Daquelas terras prezadas,
As quais estão declaradas,
E afirmadas
Pelo Rei dali em diante.
 
       LXXXIX
Não acho ter deteúdo
O agudo,
Sendo ele o instrumento,
Não acho, segundo sento
O excelento
Ser falso no seu Escudo.
Mas acho, que o Lanudo
Mui sezudo,
Que arrepelará o gato,
E far-lhe-á murar o rato,
De seu fato
Leixando o todo desnudado.
 
           XC
Não tema o Turco, não
Nesta sezão,
Nem o seu grande Mourismo,
Que não recebeu bautismo,
Nem o crismo,
É gado de confusão.
Firmal põe declaração
Nesta tenção,
Chama-lhes animais sedentos
Que não têm os mandamentos,
Nem sacramentos;
Bestiais são, sem razão.
 
        XCI
Em que venham mais, e mais,
Dos bestiais,
Pelo que mostra a figura,
Haverão a sepultura
Da amargura
Como brutus animais.
Que se o texto bem olhais,
E declarais
Com fundas serão feridos,
Todos mortos, confundidos
Nos abismos infernais.
 
       XCII
As chagas do redentor,
E Salvador
São as armas do nosso Rei:
Porque guarda bem Lei,
E assim a grei
Do mui alto Criador,
Nenhum Rei, e Imperador,
Nem grão Senhor
Nunca teve tal sinal,
Como este por leal,
E das gentes guardador.
 
      XCIII
As armas e o pendão,
E o guião
Foram dadas por vitória
Daquele alto Rei da Glória
Por memória
A um Santo Rei barão.
Sucedeu a El-Rei João,
Em possessão
O Calvário por bandeira,
Levá-lo-á por cimeira,
Alimpará a carreira
De toda a terra do Cão.  (Continua)
 

 

 

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