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03
Dez22

Momento de Poesia

Alegria

Ecos de Natal

 

Vibra o nosso coração

Repleto  de grande alegria

Porque foi em Belém que um dia

Nesse lugar humilde e pobre

Onde qualquer pessoa nobre

Nunca teve o arrojo de entrar

Por ser um simples lugar

Reservado ao pastoreio

E conservar em seu seio

Os tão simples animais

Acolhendo Maria e José

Para ali se refugiarem

E ao mundo inteiro darem

O seu grande Salvador

Numa manjedoura de Amor

Com palhas revestida

Ali surgiu uma vida

Nasceu uma bela criança

E deu ao mundo nova esperança

De muito Amor e Carinho

A quem seguir o Seu caminho

Com respeito e humildade

Mostrando sua amizade

Junto do seu semelhante

Estendendo-lhe a cada instante

O braço de ajuda fraternal

Protegendo-o de todo o mal

Para que vivendo em comunhão

E unidos pelo mesmo cordão

Ofertando muito carinho

Percorrendo o mesmo caminho

Que à felicidade nos conduz

Pois foi assim que Jesus

Nos ensinou nessa grande lição

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

03
Dez22

...

Alegria

Cai a chuva

 Cai a chuva no meu telhado

Cai a chuva por todo o lado

Cai a chuva no jardim;

Vai regando salsa e hortelã

Que logo pela manhã

Dão seu aroma para mim.

 

Na Primavera toda a flor

Espera por ela com amor

Quando suas pétalas vai abrindo

Vibra com ternura e carinho

E à beira do caminho

As pedras vai cobrindo.

 

Toda a natureza se vai alegrando

E até de vez em quando

Vai chorando de alegria;

Quando o Céu fica acinzentado

Deixando por todo o lado

Um ar de pura magia.

 

Até o pobre aldeão

Vê crescer no campo o pão

Que durante o ano vai cultivando;

Espera por ela calmamente

E que seja para ele um presente

Vindo dos Céus, jorrando.

 

Chuva que fortalece as nascentes

Alegra o coração das gentes

Para um verão mais feliz;

Vai correndo pelos campos fora

Pois a vida assim melhora

É o povo quem o diz.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

03
Dez22

Momen to de Poesia

Alegria

Vivendo com um propósito

 

O mundo abre caminho

para o homem ou para a mulher

que vive com um propósito,

com um sentido de direção.

 

As energias criativas

para autoexpressão

através de cada indivíduo,

respondem ao seu intento

ou à sua falta de propósito.

 

Sem propósito, sem objetivo,

uma pessoa se encontra,

na maioria das vezes,

andando à toa, em torno de si mesma

sem nada realizar na vida,

esperando ou orando vagamente

para que a sorte, alguma pessoa

ou algum acontecimento

a empurre par um direção

razoavelmente feliz ou construtiva.

 

Desde que a pessoa

não tenha um propósito próprio,

um objetivo definido,

ela se sente deslocada

neste Universo Propositado,

e, inúmeras vezes,

olha invejosamente para aqueles

que sabem para onde vão

e acreditam no que estão fazendo.

 

 

 

02
Dez22

Momento de Poesia

Alegria

Os degraus da Vida

 

Quando subo alguns degraus

Sejam bons ou sejam maus

No decorrer da minha vida;

Sinto sempre a esperança

Que o que a minha vista alcança

É uma porta protegida.

 

Quando enfim no patamar

Pronto para poder entrar

No andar da “Liberdade”;

Algo trava os meus passos

E ali fico refém dos embaraços

Que me cativam a vontade.

 

Quem consegue atingir

Nesta vida sempre a sorrir

Os degraus da “Amizade”;

É deveras um omnipotente

E constrói na sua mente

A verdadeira “Felicidade”.

 

Todos nós construímos

Uma escada que subimos

Dia-a-dia com firmeza;

Por ela todos passamos

Quando ao final chegamos

Estamos no patamar da riqueza.

 

Vai subindo mas com cuidado

Não olhes teu amigo de lado

Porque ele é teu irmão;

Se algum degrau surgir

Que ele não consiga subir

Estende-lhe também  tua mão.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

02
Dez22

Momento de Poesia

Alegria

Os Lobos

 

Vi um lobo um dia

Com a sua boca rasgada

À espera de uma cria;

Do rebanho tresmalhada.

 

Há por aí lobos vorazes

Vivendo de sangue alheio;

De tudo sendo capazes

Passeando no nosso meio.

 

Com seus instintos devoradores

Sempre atentos aos mais incautos;

Vão-se tornando senhores

Chegando sempre mais alto.

 

São assim certas pessoas

Que entre nós vão circulando;

Parecendo almas puras e boas

As pessoas vão enganando.

 

Estejam pois vigilantes

Aos sorrisos enganadores;

De certas pessoas bem-falantes

Com lábia de doutores.

 

Lobos que por aí vagueiam

Atacando sem preconceito;

Enganando presas alheias

Com maldade e sem respeito.

 

Há por aí lobos com gravata

E com sapatos de salto alto;

A quem a justiça não ataca

Por medo do asfalto.

 

Até a lei vai protegendo

Alguns lobos que andam à solta;

Atacando os que vão vivendo

Com esses lobos por aí à sua volta

 

22
Nov22

Momento de Poesia

Alegria

Vive sempre com alegria

 

 Procure ser útil.

Existem inúmeras ocasiões

durante o dia para prestar

a sua colaboração...

 

Um simples olhar de simpatia,

uma simples palavra de consolo,

de estímulo, fazem reerguer

uma vontade desfalecida...

Não importa que a ação praticada

lhe pareça insignificante.

 

Por menos que seja

a semente lançada a terra,

sendo de boa qualidade, brotará;

pois, o que é bom nunca se perde !

 

Esteja sempre pronto.

a estender a mão àquele que cai,

estimulando-o a levantar-se

e seguir novamente o seu caminho !

Encoraje os que desfalecem

o se deixam vencer

sem fé e sem esperança !

Distribua, em todas as horas do dia,

gestos delicados, palavras amáveis,

sorrisos carinhosos, boas ações...

Estas atitudes de aparência simples,

realizam, muitas vezes, verdadeiros milagres.

- O bom humor prolonga a vida

e ajuda a resolver todas as dificuldades !

 

 

 

21
Nov22

Momento de Poesia

Alegria

LISBOA

 

Lisboa Cidade viva, que não para

Seja de noite ou de dia,

És a joia mais rara

Que Portugal tem na ourivesaria.

 

Lisboa, inspiração de poetas

Musa para fados e canções.

És orgulho dos Lisboetas

Arrebatadora de corações.

 

Por ti passaram Camões

Pessoa, Bocage e Chiado,

És cidade de muitas paixões

És amor idolatrado.

 

Tiveste Reis e Reinados

Batalhas e Revoluções,

És palco de muitos artistas

Foste Rainha dos pregões.

 

De ti partiram as naus

Da tormenta e das descobertas;

Levando os nossos marinheiros

Por mares de águas incertas.

 

Lisboa da boémia e das farras

És uma grande cidade,

Vives ao som das guitarras

Nos retiros da saudade.

 

Autor:  João (Alegria) Rodrigues

21
Nov22

Momento de Poesia

Alegria

O DESALENTO

 

Se tu soubesses o que é o desalento

Da noite imensa, escutando o vento,

No deserto da dor e da saudade...

Se gritasses ao vento palavras de verdade...

Se soubesses o que é andar na vida

Ao sabor das marés, barca perdida,

No mar morte de ilusão e dos desejos...

Se te queimasse a boca o cáustico dos beijos,

Se fosses uma folha abandonada no caminho

Ave afastada do calor do seu ninho

Entregue ao vaivém da desgraça e da sorte,

Se te quebrassem as asas e desejasses a morte

Se soubesses o que é ter um coração

E arrancá-lo do peito com dura e férrea mão

Se partisses o coração como eu partí

Para não o deixar partir de amor por tí

Se sentisses na alma a labareda forte

Dum amor que vence a vida e há-de vencer a morte

Talvez então soubesses compreender

Quanto o coração de um homem pode sofrer.

 

 João Rodrigues (1967)

 

 

10
Nov22

Momento de Poesia

Alegria

A Esmola do Pobre

Nos toscos degraus da porta

De Igreja rústica e antiga,

Velha, trémula mendiga,

Implorava compaixão.

Quase um século contado

De atribulada existência,

Ei-la, enferma e na indigência,

Que à  piedade estende a mão.

   Duas crianças brincavam

À distância na alameda;

Uma trajava de seda,

Doutra humilde era o trajar.

Uma era rica, outra pobre;

Ambas louras e formosas;

Nas faces a cor das rosas,

Nos olhos o azul do ar.

  A rica ao deixar os jogos,

Vencida pelo cansaço,

Viu a mendiga, e ao regaço

Uma esmola lhe lançou;

Ela recebeu-a, e a criança

Que a socorre compassiva

Em prece fervente e viva

Aos anjos encomendou.

  Dum ligeiro sentimento

De vaidade possuida,

A criança mal vestida

Disse à do rico trajar:

- "O prazer de dar esmolas

"A ti e aos teus não é dado;

"Pobre como és coitado!

"Aos pobres o que hás-de dar?"

  Então a criança pobre,

Sem mais sombra de desgosto,

Tendo o sorriso no rosto,

Da igreja se aproximou;

E após, serena, em silêncio,

Ao chegar junto da velha,

Descobrindo-se, ajoelha

E a magra mão lhe beijou.

  E a mendiga alvoraçada,

Ao colo os braços lhe lança,

E beija a pobre criança,

Chorando de comoção.

É ssim que a caridade

Do pobre ao pobre consola.

Nem só da mão sai a esmola,

Sai também do coração.

Autor: João Alegria Rodrigues

05
Nov22

Momento de Poesia

Alegria

O Chafariz

 

Sezures, aldeia beirã

Que acorda em cada manhã

A despontar no horizonte;

Correndo apressadinha

Beber a água fresquinha

Das bicas daquela fonte.

 

Água tão cristalina

É uma dávida Divina

Que mata a sede a quem passa;

Vem em forte corrente

Do milagroso nascente

Do altar da Senhora da Graça.

 

Mantêm-se a tradição

Seja inverno ou seja verão

A correr sempre sem parar;

Alegra os corações

Dos pobres aldeões

Que ali se vão refrescar.

 

Saudades que eu sinto agora

Dos tempos de outrora

Quando ali me ia refrescar;

Tempo da minha mocidade

Com outros da minha idade

Em longas noites de luar.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

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