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10
Mar24

Momento de Poesia

Alegria

Dia de Eleições

 

Mais uma cruz no boletim

Lá vai o povo e assim

Cumpre os seus ideais;

Traçando seus destinos

Abrindo novos caminhos

 Vão defrontando seus rivais.

 

É dia de eleições

Sejam nobres ou aldeões

Toda a gente vai votar;

Com a sua convicção

Vão escolher com o coração

Alguém para os governar.

 

Na aldeia ou na cidade

Todo aquele que tem idade

Para o dever cívico cumprir;

Vai assim com coragem

Iniciar uma nova viagem

Acreditando no porvir.

 

Com confiança esperamos

Que aquele em quem votamos

Seja o grande vencedor;

Pois nele depositamos confiança

Para que a sua liderança

Seja para todos a melhor.

 

Cumprida esta missão

Esperamos pois então

Por um futuro sorridente,

Que este país cresça

E a felicidade floresça

Nos lares de toda a gente.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

 

25
Fev24

Momento de Poesia

Alegria

Parque Mayer

 

Parque Mayer

Quem é que não quer,

Festejar o teu centenário;

Tens lugar para comerciantes

Cantinho para estudantes

E também para operários.

 

Saudades das barraquinhas

Das tascas tão limpinhas

Que outrora possuis-te;

Hoje estás pobre a esse respeito

Mas vamos dar um jeito

De repor o que já não existe.

 

Tens os teus Teatros Imponentes

Com Artistas inteligentes

Que te dedicam a vida;

São elas que te enaltecem

E por isso também merecem

O nosso carinho e guarida.

 

Parque Mayer

Pequeno recinto de diversões

Que enches os nossos corações

De muita alegria e fulgor;

Queremos sentir em teu espaço

Um repouso para o cansaço

Um tempo para as recordações

 

Espaço tão recatado

Onde se recorda o passado

De uma Lisboa contente,

Em ti se respira alegria

Vivendo em cada dia

O amor de toda a gente.

 

Como é bom recordar

E dentro de ti poder passar

Bons tempos de diversão;

Esperamos de volta a alegria

Que nos concedes-te um dia

Para alegrar o nosso coração.

 

Vamos pois dar vivas

A todos os artistas e divas

Que por ti passaram

 e continuam a passar;

Porque sem eles nada existia

E também o nosso dia

Não tinha o mesmo paladar.

 

Vamos pois agradecer

A quem este espaço fez crescer

Com responsabilidade e carinho;

Vamos ao Teatro dar vida

Com a nossa presença vivida

Percorrendo este caminho.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

25
Fev24

Momento de Poesia

Alegria

Os Barcos no Tejo

Barcos no Tejo
Como eu vos vejo
Carregando as gentes;
São a ajuda de um povo
Seja velho ou seja novo
Ou de idiomas diferentes.

Rio abaixo ou rio acima
Enfrentam qualquer clima
Seja inverno ou seja verão;
Ondulando sobre as águas
Carpindo as suas mágoas
Alegram o nosso coração.

Os vossos timoneiros
São sempre os primeiros
A chegar ao cais;
Cumprindo a sua missão
De alma e coração
Como qualquer arrais.

Quando há nevoeiros
São eles os primeiros
A darem o alerta;
Com seu sinal sonoro
Como se fosse um comodoro
Toda a tripulação desperta.

Navegando em calmaria
Assim se passa o dia
Sobre as águas do Tejo;
Quando encosta ao cais
Outra viagem virá mais
É sempre o seu desejo.

Sentir o vento na proa
Avistar dali Lisboa
Que te sorri imponente;
Cumpre sempre a sua missão
Com toda a prontidão
Transportando toda a gente.

Autor: João Alegria Rodrigues

 

23
Fev24

Momento de Poesia

Alegria

Aldeias do Interior

 

Aldeias do interior

Desprovidas de riqueza

Onde abunda o amor

Como o perfume da flor

E o pão sobre a mesa.

 

Suas gentes hospitaleiras

Sempre de coração em alerta

A quem por ali vai passando

E delas se vai lembrando

Há sempre uma porta aberta.

 

Seus casarios de granito

Construidos por obreiros

Com seu perfil tão bonito

Que eu um dia até fico

Com saudade dos pedreiros.

 

Com o fumegar da lareira

Quando é chegada a tardinha

Depois de um dia de canseira

Vem também a lide caseira

E o trabalho da cozinha.

 

Todos à volta em união

Ouvindo o crepitar da lenha

Entregam o seu coração

Com todo o amor e paixão

A quem a sua casa venha.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

 

23
Fev24

Momento de Poesia

Alegria

Rua da Alegria

 

A minha rua está deserta

E vai morrer pela certa

Um dia podem crer;

Tudo teve e hoje nada tem

Está quase sem ninguém

Parece enferma e a sofrer.

 

O futuro vai decidir

Que por cá ainda há-de-vir

O progresso pois então;

Virão outros empresários

E com eles os operários

Que muito valor lhe darão.

 

Teve barbeiro e retrosaria

Linhas e botões ali vendia

E outras coisas que de mais;

Panos, camisas e  peúgas

Para casadas e viúvas

E produtos de higiene pessoais.

 

Mercearia com bons produtos

Grande variedade de frutos

Do melhor que o mercado tinha;

Queijos, azeites, massas e licores

Grande diversidade de sabores

Arroz e latas de sardinha.

 

Também grande drogaria

Onde todos os produtos havia

Desde a creolina ao petróleo;

Produtos para o uso do lar

Sabão, e solarina para limpar

Para as máquinas tinha óleo

 

Um talho logo ali à beira

Com chouriço e farinheira

E boa carne para estufar;

Carne de vaca para fazer

Frango e galinha para coser

E bifes e costeletas para fritar.

 

Ao lado havia o alfaiate

Que sem ser disparate

Tinha boa confeção;

Fazendo todos os fatos

Mais caros ou mais baratos

Para o inverno ou para o verão.

 

Casa de diverso vestuário

Para todo o uso diário

Homem, mulher ou criança;

Para trabalho ou passeio

Para escola ou recreio

Para ginástica ou para a dança.

 

Sapateiro para calçado consertar

E loja para malas arranjar

Também tinha latoeiro;

Eletricista e canalizador

Para trabalhos compor

Não faltando taberneiro.

 

Tabernas eram três

Todos vendiam de uma vez

Vinhos, aguardentes e sumos;

Copos de três ou dois

Águas para antes e depois

Fósforos e material de fumo.

 

Ali defronte uma padaria

Que todos os dias cozia

O bom pão que nos alimentou;

Foi-se embora num dia

Deixou esta freguesia

E nunca mais voltou.

 

Materiais para cabeleireiro

Que vendia por bom dinheiro

Ali havia para escolher;

E por cima um partido politico

Que mais parecia um paralítico

Que acabou por desaparecer.

 

Ao lado cunhos e cortantes

Que em poucos instantes

Muitas ferramentas afiou;

Só sei que também saiu dali

Para bem longe daqui

E nunca mais voltou.

 

Uma fábrica de emblemas

Taças grandes ou pequenas

Tudo ali se produzia;

Mas também se foi embora

E nada resta por agora

Da minha rua da Alegria.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

 

13
Fev24

Momento de Poesia

Alegria

Os Barcos no Tejo

 

Barcos no Tejo

 Como eu vos vejo

Carregando as gentes;

São a ajuda de um povo

Seja velho ou seja novo

Ou de idiomas diferentes.

 

Rio abaixo ou rio acima

Enfrentam qualquer clima

Seja inverno ou seja verão;

Ondulando sobre as águas

Carpindo as suas mágoas

Alegram o nosso coração.

 

Os vossos timoneiros

São sempre os primeiros

A chegar ao cais;

Cumprindo a sua missão

De alma e coração

Como qualquer arrais.

 

Quando há nevoeiros

São eles os primeiros

A darem o alerta;

Com seu sinal sonoro

Como se fosse um comodoro

Toda a tripulação desperta.

 

Navegando em calmaria

Assim se passa o dia

Sobre as águas do Tejo;

Quando encosta ao cais

Outra viagem virá mais

É sempre o seu desejo.

 

Sentir o vento na proa

Avistar dali Lisboa

Que te sorri imponente;

Cumpre sempre a sua missão

Com toda a prontidão

Transportando toda a gente.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

12
Fev24

Momento de Poesia

Alegria

O poeta é um fingidor

Ser poeta é chorar de alegria

É viver em cada dia

As emoções do coração;

Rir quando está triste

Ver quanto o cérebro resiste

Quando ouve dizer não.

 

É olhar o mundo

Com um sentimento profundo

De coragem e ousadia;

Dos que se sentem felizes

Senhores dos seus narizes

Com a capa da cobardia.

 

Ser poeta é vender sonhos

Aos corações mais risonhos

Transmitindo felicidade;

Viver com o nada

Açodar em cada madrugada

Sentindo a liberdade.

 

Se poeta é viver na vida

Sem sentir que a corrida

É uma parte da natureza;

Viver cada momento

Sem transmitir sofrimento

Pondo em tudo a beleza.

 

Ser poeta é abrir o coração

Viver a vida com a ilusão

Sem sofrimento, sem dor;

É saber sempre transmitir

A vida de um belo porvir

O poeta é um fingidor

 Autor: João Alegria Rodrigues

12
Fev24

Momento de Poesia

Alegria

O DESALENTO

 

Se tu soubesses o que é o desalento

Da noite imensa, escutando o vento,

No deserto da dor e da saudade...

Se gritasses ao vento palavras de verdade...

Se soubesses o que é andar na vida

Ao sabor das marés, barca perdida,

No mar morte de ilusão e dos desejos...

Se te queimasse a boca o cáustico dos beijos,

Se fosses uma folha abandonada no caminho

Ave afastada do calor do seu ninho

Entregue ao vaivém da desgraça e da sorte,

Se te quebrassem as asas e desejasses a morte

Se soubesses o que é ter um coração

E arrancá-lo do peito com dura e férrea mão

Se partisses o coração como eu partí

Para não o deixar partir de amor por tí

Se sentisses na alma a labareda forte

Dum amor que vence a vida e há-de vencer a morte

Talvez então soubesses compreender

Quanto o coração de um homem pode sofrer.

 

 João Rodrigues (1967)

 

 

12
Fev24

Momento de Poesia

Alegria

O Dia dos Namorados

 No dia dos namorados

É vê-los bem agarrados

Pensando no seu futuro;

Sonhando com uma união

Que lhes desperte o coração

E um porvir menos duro.

 

São Valentim lhes prometeu

Um pedacinho vindo do Céu

Para as suas vidas animar;

E quem sabe até um dia

Com muito amor e alegria

Subirem até ao Altar.

 

O casamenteiro Santo António

Lhes dará o matrimónio

Repleto de paixões;

E com os dois santos na vida

Ela será bem colorida

Unindo os seus corações.

 

São Valentim tão festejado

E pelos noivos tão amado

Com paixão e alegria;

Vai levemente empurrando

E com fé os vai encaminhando

Para o Santo António um dia.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

 

01
Fev24

...

Alegria

A Vida I

 

Pelas ruas caminhando

A nossa mente vai vagueando

Na estrada da nossa vida;

Contando em largas passadas

Hora felizes ou amarguradas

Escritas em página já lida.

 

A vida é vento que vai soprando

E nos deixa sempre esperando

Por um futuro mais risonho;

É um longínquo horizonte

Que para trás daquele monte

Vai aumentando o nosso sonho.

 

Vida que promete à gente

Um sorrir sempre diferente

Do caminho que enfrentamos

Andamos de mão dada com a sorte

Nesta vida até à morte

Deixando para trás o que amamos.

 

A vida é um poço de ilusões

Um monte de grandes paixões

Sem termos um rumo certo

Vamos nela com ambição

Secando o nosso coração

Como areia num deserto.

 

Vida de autentica liberdade

Vida de grande austeridade

Vida cheia de contradições

Vida de Amores e carinhos

Vida de tortuosos caminhos

Vida que fere os corações.

 

Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

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