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20
Nov21

Momento de Poesia

Alegria

A Vida I

 Pelas ruas caminhando

A nossa mente vai vagueando

Na estrada da nossa vida;

Contando em largas passadas

Hora felizes ou amarguradas

Escritas em página já lida.

 A vida é vento que vai soprando

E nos deixa sempre esperando

Por um futuro mais risonho;

É um longínquo horizonte

Que para trás daquele monte

Vai aumentando o nosso sonho.

 Vida que promete à gente

Um sorrir sempre diferente

Do caminho que enfrentamos

Andamos de mão dada com a sorte

Nesta vida até à morte

Deixando para trás o que amamos.

 A vida é um poço de ilusões

Um monte de grandes paixões

Sem termos um rumo certo

Vamos nela com ambição

Secando o nosso coração

Como areia num deserto.

 Vida de autentica liberdade

Vida de grande austeridade

Vida cheia de contradições

Vida de Amores e carinhos

Vida de tortuosos caminhos

Vida que fere os corações.

 Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

As Desfolhadas

 Como eram lindos os serões

Nas desfolhadas de antigamente

Onde os trabalhadores aldeões

Cantavam e bailavam alegremente.

 Desfolhando as loiras espigas

Com seus lábios sorridentes

Sorriam as raparigas

E os rapazes ficam contentes.

 Quando aparecia uma roxa espiga

Logo o beijo todo o recinto corria

E ficava feliz aquela rapariga

Com sua face de pele macia.

 Eram assim as tradições

Na minha aldeia beirã

Com cantigas aos serões

Que duravam até de manhã.

 Havia realejos e concertinas

Espalhando suas melodias

Eram primos e primas

Vizinhos, avós, tios e tias.

 As cantigas soavam pelos ares

Cada um com seu trinado

Todos mostravam seus cantares

Depois do trabalho acabado.

 Havia vinho e aguardente

Para aquecer os corações

E toda aquela humilde gente

Vivia as suas grandes paixões.

 Autor: João (Alegria) Rodrigues

 

 

 

 

 

06
Nov21

Anedotas

Alegria

A feijoada do Tony

O Toni adorava feijoada.

Porém, sempre que comia, o feijão causava-lhe uma reacção fortemente embaraçosa. Algo muito forte. Um dia apaixonou-se

Quando chegou a altura de pedir a mulher em casamento, pensou:

- Ela é de boas famílias, cheia de etiqueta, uma verdadeira atleta, não vai aguentar estar casada comigo se eu continuar a comer feijão. Decidiu fazer um sacrifício supremo e deixou-se de feijoadas.

Pouco depois estavam casados.

Passados alguns meses, ao voltar do trabalho no Douro o carro avariou.

Como estava longe, ligou para a Sofia e avisou que ia chegar tarde pois tinha que regressar a pé. No caminho, passou por um pequeno restaurante e foi atingido pelo irresistível aroma de feijoada acabadinha de fazer.

Como faltavam vários quilómetros para chegar, achou que a caminhada o iria livrar dos efeitos nefastos do feijão.

Então entrou, pediu, fez a sua pirâmide no prato e ao sair tinha três doses de feijoada no estômago. O feijão fermentou e durante todo o caminho, foi-se peidando sem parar.

Foi para casa a jacto. Peidava-se tanto que tinha que travar nas descidas e nas subidas quase não fazia esforço para andar. Quando se cruzava com pessoas continha-se ou aproveitava a oportuna passagem dum ruidoso camião para soltar gás. Quando chegou a casa, já se sentia mais seguro.

A mulher parecia contente quando lhe abriu a porta e exclamou:

Querido, tenho uma surpresa para o jantar!.

Tirou-lhe o casaco, pôs-lhe uma venda nos olhos, levou-o até à cadeira na cabeceira da mesa, sentou-o e pediu-lhe que não espreitasse.

Nesse momento, já sentia mais uma ventosidade anal à porta! No momento em que a Sofia ia retirar a venda, o telefone tocou. Ela obrigou-o a prometer que não espreitava e foi atender o telefone. Era a Xuxu...

Enquanto ela estava longe, o Tona aproveitou e levantou uma perna e -ppuueett - soltou um! Era um peido comum. Para além de sonoro, também fedeu como um ovo podre! Aliviado, inspirou profundamente, parou um pouco, sentiu o fedor através da venda, e, a plenos pulmões, soprou várias vezes a toda a volta para dispersar o gás. Quando começou a sentir-se melhor, começou outro a fermentar! Este parecia potente.

Levantou a perna, tentou em vão sincronizar uma sonora tossidela para encobrir, e pprrraaaaaaaa!

Sai um rasgador tossido. Parecia a ignição de um motor de camião e com um cheiro mil vezes pior que o anterior! Para não sufocar com o cheiro a enxofre, abanou o ar sacudindo os braços e soprando em volta ao mesmo tempo, esperando que o cheiro se dissipasse.

Quando a atmosfera estava a voltar ao normal, eis que vem lá outro.

Levantou a outra perna e deixou sair o torpedo! Este foi o campeão: as janelas tremeram, os pratos saltaram na mesa, a cadeira saltou e num minuto as flores da sala estavam todas murchas. Quase lhe saltavam os sapatos dos pés.

Enquanto ouvia a conversa da Sofia ao telefone no corredor, sempre fiel à sua promessa de não espreitar, continuou assim por mais uns minutos, a peidar-se e a tossir, levantando ora uma perna ora a outra, a soprar à volta, a sacudir as mãos e a abanar o guardanapo.

Uma sequência interminável de bufas, torpedos, rasgadores e peidos comuns, nas versões secas e com molho. De onde a onde acendia o isqueiro e desenhava com a chama círculos no ar para tentar incinerar o nefasto metano que teimava em acumular-se na atmosfera. Ouviu a Sofia  despedir-se da Xuxu e sempre com a venda posta, levantou-se apressadamente, e com uma mão deu umas palmadas na almofada da cadeira para soltar o gás acumulado, enquanto abanava a outra mão para espalhar.

Quando sacudia e batia palmadinhas nas calças largas para se libertar dos últimos resíduos, ouviu o plim do telefone a desligar, indicando o fim da solidão e liberdade de expressão.

Alarmado, sentou-se rapidamente, e num frenesim abanou apressadamente mais algumas vezes o guardanapo, dobrou-o, pousou-o na mesa, compôs-se, alinhou o cabelo, respirou profundamente, pousou as mãos ao lado do prato e assumiu um ar sorridente.

Era a imagem da inocência quando a Sofia entrou na sala.

Desculpando-se pela demora, ela perguntou-lhe se tinha olhado para a mesa.

Depois de ele jurar que não, ela retira-lhe a venda, e, Surpresaaaa!

Estavam 12 pessoas perplexas, lívidas e amarelas sentadas à mesa: Os

pais, os sogros, os irmãos e os colegas de tantos anos de trabalho.

Era a festa surpresa de aniversário do TONI!"

 

 

06
Nov21

Anedotas

Alegria

Anedotas

 

A distância

 

Maria Madalena estava para ser apedrejada quando

Jesus intercedeu em seu favor diante da multidão que ali estava.

E então, Jesus disse:

- Quem nunca errou, que atire a primeira pedra.

O alentejano, presente em todos os lugares e épocas, empolgou-se, pegou num enorme calhau e acertou em cheio na testa de Maria Madalena que, caiu redonda no chão.

Jesus, muito entristecido, aproximou-se do alentejano, olhou-o bem nos olhos e perguntou:

- Meu filho, diz-me a verdade, tu nunca erraste na tua vida?

E o Alentejano respondeu:

- A esta distância, Senhor? Nunca!..

 

A feijoada do Tony

O Toni adorava feijoada.

Porém, sempre que comia, o feijão causava-lhe uma reacção fortemente embaraçosa. Algo muito forte. Um dia apaixonou-se

Quando chegou a altura de pedir a mulher em casamento, pensou:

- Ela é de boas famílias, cheia de etiqueta, uma verdadeira atleta, não vai aguentar estar casada comigo se eu continuar a comer feijão. Decidiu fazer um sacrifício supremo e deixou-se de feijoadas.

Pouco depois estavam casados.

Passados alguns meses, ao voltar do trabalho no Douro o carro avariou.

Como estava longe, ligou para a Sofia e avisou que ia chegar tarde pois tinha que regressar a pé. No caminho, passou por um pequeno restaurante e foi atingido pelo irresistível aroma de feijoada acabadinha de fazer.

Como faltavam vários quilómetros para chegar, achou que a caminhada o iria livrar dos efeitos nefastos do feijão.

Então entrou, pediu, fez a sua pirâmide no prato e ao sair tinha três doses de feijoada no estômago. O feijão fermentou e durante todo o caminho, foi-se peidando sem parar.

Foi para casa a jacto. Peidava-se tanto que tinha que travar nas descidas e nas subidas quase não fazia esforço para andar. Quando se cruzava com pessoas continha-se ou aproveitava a oportuna passagem dum ruidoso camião para soltar gás. Quando chegou a casa, já se sentia mais seguro.

A mulher parecia contente quando lhe abriu a porta e exclamou:

Querido, tenho uma surpresa para o jantar!.

Tirou-lhe o casaco, pôs-lhe uma venda nos olhos, levou-o até à cadeira na cabeceira da mesa, sentou-o e pediu-lhe que não espreitasse.

Nesse momento, já sentia mais uma ventosidade anal à porta! No momento em que a Sofia ia retirar a venda, o telefone tocou. Ela obrigou-o a prometer que não espreitava e foi atender o telefone. Era a Xuxu...

Enquanto ela estava longe, o Tona aproveitou e levantou uma perna e -ppuueett - soltou um! Era um peido comum. Para além de sonoro, também fedeu como um ovo podre! Aliviado, inspirou profundamente, parou um pouco, sentiu o fedor através da venda, e, a plenos pulmões, soprou várias vezes a toda a volta para dispersar o gás. Quando começou a sentir-se melhor, começou outro a fermentar! Este parecia potente.

Levantou a perna, tentou em vão sincronizar uma sonora tossidela para encobrir, e pprrraaaaaaaa!

Sai um rasgador tossido. Parecia a ignição de um motor de camião e com um cheiro mil vezes pior que o anterior! Para não sufocar com o cheiro a enxofre, abanou o ar sacudindo os braços e soprando em volta ao mesmo tempo, esperando que o cheiro se dissipasse.

Quando a atmosfera estava a voltar ao normal, eis que vem lá outro.

Levantou a outra perna e deixou sair o torpedo! Este foi o campeão: as janelas tremeram, os pratos saltaram na mesa, a cadeira saltou e num minuto as flores da sala estavam todas murchas. Quase lhe saltavam os sapatos dos pés.

Enquanto ouvia a conversa da Sofia ao telefone no corredor, sempre fiel à sua promessa de não espreitar, continuou assim por mais uns minutos, a peidar-se e a tossir, levantando ora uma perna ora a outra, a soprar à volta, a sacudir as mãos e a abanar o guardanapo.

Uma sequência interminável de bufas, torpedos, rasgadores e peidos comuns, nas versões secas e com molho. De onde a onde acendia o isqueiro e desenhava com a chama círculos no ar para tentar incinerar o nefasto metano que teimava em acumular-se na atmosfera. Ouviu a Sofia  despedir-se da Xuxu e sempre com a venda posta, levantou-se apressadamente, e com uma mão deu umas palmadas na almofada da cadeira para soltar o gás acumulado, enquanto abanava a outra mão para espalhar.

Quando sacudia e batia palmadinhas nas calças largas para se libertar dos últimos resíduos, ouviu o plim do telefone a desligar, indicando o fim da solidão e liberdade de expressão.

Alarmado, sentou-se rapidamente, e num frenesim abanou apressadamente mais algumas vezes o guardanapo, dobrou-o, pousou-o na mesa, compôs-se, alinhou o cabelo, respirou profundamente, pousou as mãos ao lado do prato e assumiu um ar sorridente.

Era a imagem da inocência quando a Sofia entrou na sala.

Desculpando-se pela demora, ela perguntou-lhe se tinha olhado para a mesa.

Depois de ele jurar que não, ela retira-lhe a venda, e, Surpresaaaa!

Estavam 12 pessoas perplexas, lívidas e amarelas sentadas à mesa: Os

pais, os sogros, os irmãos e os colegas de tantos anos de trabalho.

Era a festa surpresa de aniversário do TONI!"

 

28
Out21

Anedotas

Alegria

Descendência

 

Pai, pai

O que foi minha filha?

De onde viemos?

Filha, o homem é descendente de  Adão e Eva.

Mas a mamãe disse que a gente somos descendentes do macaco.

- Uma coia é a família da tua mãe, outra é a minha…

 

 

A filha prostituta

 

     A filha de um advogado não aparecia em casa havia mais de 5 anos.Na sua volta, seu pai deu a maior bronca:

 

- Onde você estava durante esse tempo todo, desgraçada?!

- Por que não escreveu sequer uma notinha dizendo como estava?

- Por que não telefonou?

- Vagabunda!

- Não sabe como a sua mãe tem sofrido por sua causa!

A garota, chorando:

- Pai....Virei prostituta...

- O QUÊ?!?

- Fora daqui, sem vergonha, ordinária, desqualificada, vergonha da família, não quero te ver nunca mais!!!

- Tá bom, papai. Como o Sr. quiser...

- Eu somente voltei aqui para dar este casaco de pele e as escrituras da minha mansão do Morumbi para a mamãe. Uma caderneta de poupança no valor de 5 milhões para o meu irmãozinho e, para você, paizinho, este Rolex de ouro puro, o BMW 0km que está na porta e um titulo vitalí¬cio do melhor clube da cidade. Além disso, um convite a todos para passarem o Reveillon a bordo do meu iate em Búzios, e...

- Filhinha, você disse que tinha virado o que, mesmo?

- Prostituta, papai.

- Aaaaahhh, booommmm! Que susto você me deu, menina!... Eu tinha entendido "Professora substituta" !!! Vem cá, dá um abraço no papai...

 

 

28
Out21

Momento de Poesia

Alegria

 

Festa da vida

 

 Simplifica, a sorrir, tua existência,

Vê, em tudo, um motivo de alegria.

E, assim, na paz de tua consciência,

Faze da fé teu pão de cada dia!

 

E conserva em perpétua adolescência

Num halo de esplendor e de Harmonia

Teu coração e tua inteligência,

Dentro do sonho excelso que te guia.

 

Homem ! repara como à luz da aurora,

Na aleluia sem par da natureza,

Tudo, em redor, de júbilo se aflora !

 

Sim, tudo nos desperta e nos convida

Para o Bem, para a luz, para a beleza

Da grande festa espiritual da Vida !

 

 

 Coisa mais linda

 Olha que coisa mais linda

Mais cheia de graça

É ela menina

Que vem e que passa

Num doce balanço

A caminho do mar

 

Moça do corpo dourado

Do sol de lpanema

O seu balançado é mais que um poema

É a coisa mais linda que eu já vi passar

 

Ah, por que estou tão sozinho?

Ah, por que tudo é tão triste?

Ah, a beleza que existe

A beleza que não é só minha

Que também passa sozinha

 Ah, se ela soubesse

Que quando ela passa

O mundo sorrindo se enche de graça

E fica mais lindo

Por causa do amor

 

Tom Jobim

 

Em busca do alto

 Não fiques à margem da estrada!

Não desistas da caminhada!

A subida é íngreme, mas os

resultados são compensadores!

A vida não admite retrocesso;

tudo tende a evoluir.

Por lento que seja teu progresso

avança destemidamente!

Avança resolutante

como quem deseja evoluir, e nunca

penses em fugir.

A Evolução esclarece, a fuga entorpece.

Mantém teu olhar fixo no alto.

Que o teu lema seja sempre - Avante!

Faze tua eleição

Oh! alma lutadora!

A tua ajuda está em ti!

Não permitas ser arrastada pelas

tendências inferiores.

Mantém-te em guarda...

para não retrocederes à vida do bruto.

Não pervertas os teus elevados poderes

na satisfação de fins e desejos baixos.

Manifesta o teu verdadeiro EU e sê forte!

És uma alma imortal e te caminhas para

coisas cada vez mais grandiosas e elevadas!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

26
Out21

Anedotas

Alegria

A cortadora de picles

 Um homem trabalhava numa fábrica de conservas,

e, um dia confessou à mulher que tinha desejo de meter o pénis na cortadora de picles.

Até que um dia ele chegou a casa um pouco abatido:

Lembras-te de eu te dizer que tinha o desejo de meter o meu pénis na cortadora de picles?

Oh! Não… Fizeste isso?

Sim… fui despedido…

Mas e a cortadora de picles?

A Manuela? Também foi…

 

 

A fazer a chamada

Um homem que passava na rua em frente ao Senado e ouvindo uma grande gritariavinda do interior com o seguinte vocabulário:

- Filho da puta, ladrão, salafrário, assassino, traficante , mentiroso, pedófilo, vagabundo, sem vergonha, preguiçoso, vendido, assaltante, terrorista…

Assustado perguntou ao segurança que se encontrava no exterior:

- O senhor poderá dizer-me o que se está passando ali dentro.

Estão brigando?

- Não, respondeu o segurança, acho que estão apenas a fazer a chamada.

 

25
Out21

Anedotas

Alegria

A aposta valiosa

 

Certo dia uma senhora de certa idade, apresenta-se numa instituição bancária

com uma sacola cheia de dinheiro pedindo para falar com o gerente da Instituição.

A velha senhora insiste em falar com o presidente do Banco pois uma vez que se tratava de um grande depósito queria assim abrir uma conta no referido Banco.

Após grande discussão, um funcionário levou-a à presença do referido Presidente.

O Presidente pergunta-lhe então qual a importância que ela quer depositar.

Ao que ela respondeu:

- 250.000 euros, colocando o saco em cima da secretária.

- Curioso ele pergunta-lhe como é que ela angariou tanto dinheiro.

- A velha senhora respondeu-lhe que fazia apostas.

Surpreendido o Presidente perguntou-lhe:

 Que tipo de apostas?

A velha senhora então respondeu:

- Apostas assim do tipo: Eu apostei que o senhor Presidente tem os testículos quadrados.

- O Presidente riu-se, dizendo que é impossível ganhar pois os seus testículos não são quadrados.

Então a velha senhora respondeu:

Quer apostar que eu ganho?

- Claro, respondeu ele – aposto 25.000 euros em como os meus testículos não são quadrados.

A velha senhora respondeu então:

Estamos combinados, mas como se trata de uma importância elevada, eu volto amanhã pelas 10 horas com o meu advogado para servir de testemunha, isto se não tiver nada contra.

- Sem problema confirmou confiante o Presidente do Banco.

 

- À noite o Presidente ficou muito preocupado com a aposta e passou muito tempo em frente do espelho a examinar os testículos, virando-os para todos os lados, muitas e muitas vezes para se assegurar sem possibilidade de erro que os malditos testículos não poderiam ser considerados quadrados e ter a certeza que assim ganharia a aposta.

- No dia seguinte, às 10 horas em ponto, a velha senhora apresenta-se no Banco

com o seu advogado para confirmara aposta de 25.000 euros de que os testículos eram quadrados.

- O Presidente confirma então que a aposta está de pé, conforme o combinado no dia anterior.

- A velha senhora pede-lhe então para baixar as calças e todo o resto, para que ela e o seu advogado pudessem ver tudo, com o que o Presidente concordou de livre e espontânea vontade.

- A velha senhora aproximou-se então e perguntou se podia tocá-los.

- É claro minha senhora, disse o Presidente – levando em consideração a quantia de dinheiro envolvida a senhora tem que ter 100% de certeza.

- Então a velha senhora começou a fazê-lo com um leve sorriso.

-O Presidente percebeu então que o advogado estava a bater com a cabeça contra a parede

E perguntou à velha senhora porque é que ele estava a fazer aquilo.

Foi então que ela respondeu:

Provavelmente porque eu apostei com ele 50.000 euros que por volta das 10 horas de hoje eu teria os testículos do Presidente do Banco na minha mão.

 

 

25
Out21

Momento de Poesia

Alegria

Canalhíadas"

 

-  Canto Primeiro

As sarnas de barões todos inchados

Eleitos pela plebe lusitana

Que agora se encontram instalados

Fazendo o que lhes dá na real gana

Nos seus poleiros bem engalanados,

Mais do que permite a decência humana,

Olvidam-se do quanto proclamaram

Em campanhas com que nos enganaram!

-  Canto Segundo

E também as jogadas habilidosas

Daqueles tais que foram dilatando

Contas bancárias ignominiosas,

Do Minho ao Algarve tudo devastando,

Guardam para si as coisas valiosas

Desprezam quem de fome vai chorando!

Gritando levarei, se tiver arte,

Esta falta de vergonha a toda a parte!

-  Canto Terceiro

Falem da crise grega todo o ano!

E das aflições que à Europa deram;

Calem-se aqueles que por engano

Votaram no refugo que elegeram!

Que a mim mete-me nojo o peito ufano

De crápulas que só enriqueceram

Com a prática de trafulhice tanta

Que andarem à solta só me espanta..

-  Canto Quarto

E vós, ninfas do Coura onde eu nado

Por quem sempre senti carinho ardente

Não me deixeis agora abandonado

E concedei engenho à minha mente,

De modo a que possa, convosco ao lado,

Desmascarar de forma eloquente

Aqueles que já têm no seu gene

A besta horrível do poder perene!

Luíz Vais Sem Tostões

 

AMOLADOR

 

 Na sua bicicleta peculiar

Com farragachos ao dispor

Está sentado a amolar

Este nosso amolador

De guarda chuvas a tesouras

Facas e outras coisas mais

Vai fazendo composturas

Sem parar de dar aos pedais

A vida do amolador

É uma vida atarefada

Embora poucos lhe dão valor

É uma vida respeitada

Nas mãos de este artesão

Não há coisa sem conserto

E tudo tem reparação

Disso eu estou certo

A profissão de amolador

Tem os seus dias contados

Já há poucos como este senhor

E não tardam acabados.

 

 

02
Set21

Momento de Poesia

Alegria

Uma Recordação

 

Lembra-me ver-te ainda infante,

Quando nos campos corrias

Em folguedos palpitantes;

Eras bela! e então sorrias.

 

Depois, na infância eras inda,

Junto ao cadáver rezavas

De tua mãe com dor infinda;

Eras bela! e então choravas.

 

Num baile vi-te valsando

Da juventude nos dias,

Todos de amor fascinando;

Eras bela! e então sorrias.

 

Dias depois encontrei-te

Nos céus os olhos fitavas;

Sem me veres comtemplei-te;

Eras bela! e então choravas.

 

Quando ao templo caminhando

Entre flores e alegrias,

De esposa a vida encetando,

Eras bela! e então sorrias.

 

Quando na campa do esposo

Com teu filho ajoelhavas,

Grupo inocente e saudoso!

Eras bela! e  então choravas.

 

 

 

 

 

Num ataúde deitada

Eu te vi em breves dias,

Mimosa flor desfolhada!

Eras bela! e então sorrias.

 

Sorrindo, na vida entras-te,

Sorrindo deixas-te a vida;

Alguma flor que encontras-te

A espinhos a vis-te unida.

 

Sim, às vezes tu sorrias,

E os sorrisos o que são?

Quase sempre profecias

Das penas do coração.    

  

        Julio Diniz    (1857)

 

Sabemos que a vida é bela

 

Sabemos que a vida é bela,

Mas c'uma seringadela

Sempre fica bem melhor,

E para que haja algo de novo,

E' preciso que o Zé- Povo

Seja o seu seringador

 

E assim sempre a seringar

E o cinto a apertar,

pouca é a longevidade,

Co trabalho a escassear

E' a crise a apertar

valha-nos a caridade

 

As promessas vão surgindo,

E o povinho vai sorrindo

Tentando acreditar

Ouvem-se os galos cantando,

Para quem os vai escutando

No poleiro os colocar

 

Falta o leite ,falta o pão

Nos bolsos do cidadão

So' o cotão permanece

Mas quando há futebol

O euro sempre aparece

 

Mas por respeito a quem manda

O Zé nem que ande de tanga

Vive a rir e dar ao pé

pois se há coisas menos belas

Contentam-se a ver as estrelas

dos fundos da C-E-E......

29
Ago21

Momento de Poesia

Alegria

A Rotunda do Marquês

 

Oh! Marquês de Pombal

Se cá viesses outra vez

Verias a confusão tal

Que se gerou em Portugal

Com a Rotunda do Marquês.

 

A Confusão era tamanha

A certas horas do dia

Que a gente até apanha

Amor a tal façanha

E sente agora mais alegria.

 

Muita polémica causou

Este túnel da confusão

Mas digo-vos até estou

Agora que por lá vou

Mais contente do coração.

 

Agora meus amigos

É circular com muita atenção

Para não poder causar

Quando por lá passar

Problemas na circulação

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

 

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