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04
Mai20

Momento de Poesia

Alegria

A estrada da vida

 A estrada da nossa vida

Por todos nós percorrida

Num percurso sem retrocesso;

Com caminhos tão diferentes

Percorridos pelas gentes

Que se alimentam do progresso.

 

Vidas repletas de atalhos

São campos de trabalhos

Veredas que não têm fim;

Veias de águas correntes

Que inundam nossas mentes

Como um aroma de jasmim.

 

Por montes e vales vagueando

O nosso pensamento vai andando

Movido por grandes ilusões;

Numa vida de incerteza

É assim a mãe natureza

Iludindo os nossos corações.

 

Por vezes palmilhando

E com os nossos olhos fitando

Tão sinuosos carreiros;

Fixamos neles o nosso olhar

Ficando no tempo a pensar

Que somo ilustres guerreiros.

 

 Somos estrelas cadentes

Num universo de ares poluentes

Que percorrem o firmamento;

Ruas nas cidades perdidas

Que suportam nossas vidas

Sem lançarem um lamento.

 

Caminhos de terra batida

São os dias da nossa vida

Neste futuro de incerteza;

Para uns, estradas luzidias

Para outros amargos dias

Sem o mínimo de beleza.

 

Caminhos de um futuro

Por vezes cruel e duro

Que todos nós não almejamos;

Entre o pobre e ricaço

Não há um simples abraço

Que arduamente desejamos.

 

Mas no planalto da nossa vida

Quando em paz foi vivida

Sentimos a grande ansiedade;

De viver com amor e carinho

O descanso no nosso ninho

Recordando a nossa mocidade.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

 

 

 

22
Abr20

Momento de Poesia

Alegria

 

Lisboa Encantada

 

Nesta cidade encantada

De guerreiros e mareantes;

Minha água furtada

Com telhados ondulantes.

 

Meu lençol de cambraia

Com almofadas de linho;

Minha toalha de praia

Estendida pelo caminho,

 

Com encantos de madrugada

Olhando o raiar da aurora ;

Vives tu moira encantada

Por um Tejo que te namora.

 

Tens o castelo por guardião

Sempre a olhar-te dali;

Tens o fado por paixão

E fadistas a cantar para ti.

 

E ao longo das tuas vielas

Com cheiro a rosmaninho;

Passa o fado por elas

Que a cantar chora baixinho.

 

No trinar das guitarras

Toda a musica entoa;

E o marinheiro solta amarras

Ao ver-te de perto, Lisboa.

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

 

22
Abr20

Momento de Poesia

Alegria

  • Lisboa Antiga

  •  

  •  Nesta cidade das sete colinas

  • De marinheiros e varinas

  • Que acorda cheia de vigor;

  • Vai sorrindo para a vida

  • Cumprindo a prometida

  • Promessa de grande amor.

  •  

  • Saudades dessa Lisboa

  • Estrela ou velha Madragoa

  • Santos e Alcântara também;

  • Ver o elétrico a circular

  • Nos seus carris a cantar

  • Com destino até Belém.

  •  

  • Do Castelo até Alfama

  • Todo o Alfacinha ou Dama

  • Passeava com vaidade;

  • Até a Santa Catarina

  • Gritava por qualquer Varina

  • Quando acordava a cidade.

  •  

  • O Bairro Alto já velhinho

  • Continua no seu cantinho

  • A jogar com sabedoria;

  • Vendo a Baixa com destreza

  • Estendendo a toalha na mesa

  • Do bairro da Mouraria.

  •  

  • O castelo com sua altivez

  • Vai olhando de quando em vez

  • Para a Senhora da Saúde;

  • Que no Martin Moniz sediada

  • É todos os anos festejada

  • Com muita fé e virtude.

  •  

  • E a Graça com sua beleza

  • É uma dávida que a natureza

  • Quis a esta Lisboa ofertar;

  • Dando-lhe o grande valor

  • Dotando-a de todo o esplendor

  • Que a um bairro se pode dar.

  •  

  • Quem viu Alvalade ou Areeiro

  • E passou por ali primeiro

  • Antes de chegar a São José;

  • Andando por esta cidade

  • Fica com a alegre vontade

  • De a percorrer toda a pé.

  •  

  • Da Estrela a Campolide Velho

  • Encontra sempre um amigo

  • Que com vontade não fique;

  • De conhecer e passear

  • E até por ali ficar a morar

  • No bairro de Campo de Ourique.

  •  

  • E o Marquês imponente

  • Recebe ali toda a gente

  • Que de longe o vem visitar;

  • E descendo até ao Rossio

  • Cheio de orgulho e brio

  • Desce a avenida a cantar.

  •  

  • Saudades dos barcos no Tejo

  • Das varinas que já não vejo

  • Com seus pegões anunciar;

  • Do alto, a pescadinha

  • Até já não vem a sardinha

  • Na canastra a saltitar.

  •  

  • O Guarda noturno já não existe

  • A noite ficou mais triste

  • Nem os pescadores vejo mais;

  • Onde estão os ardinas

  • Que em todas as esquinas

  • Apregoavam os jornais.

  •  

  • Oh! Querida Lisboa antiga

  • Que abandonas-te essa vida

  • Perdendo os teus pregoeiros;

  • Hoje vives para outro futuro

  • Mas igualmente também duro

  • E repleta de aventureiros.

  •  

  • Autor: João Alegria Rodrigues

  •  

  •  

  •  

10
Mar20

Feira da Ladra

Alegria

 

Meus Amigos, vou continuar a publicar estas páginas, por isso preciso que vocês comentem para eu saber se estou a satisfazer a vossa curiosidade.

Feira da Ladra

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16
Dez19

Momento de Poesia

Alegria

A Chuva

 Pela vidraça da janela não aberta

Fico olhando a minha rua deserta

Triste, molhada e tão sozinha;

E as pessoas que passam por ela

Acham que ela é muito bela

Mesmo em tempo de chuvinha.

 

Fico vendo a chuva que cai

E por isso ela sempre vai

Molhando os telhados da cidade;

Até as velhas calçadas

Ficam luzidias e molhadas

Porque da chuva tinham saudade

 

Na chuva fria deste outono

Todas as ruas ficam ao abandono

Sem gentes a passar por elas;

Todos andam com imensa pressa

Na rua, jardim ou travessa

Na avenida, no largo e nas vielas.

 

Chuva que vai molhando o chão

Mas que enriquece o coração

De todos nós que precisamos dela;

É uma bênção da própria natureza

E para a terra uma forte riqueza

Por isso não há coisa mais bela!

 

Autor: João Alegria Rodrigues

 

 

 

 

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