Sexta-feira, 8 de Maio de 2015
Anedotas

       A Lingua da Mulher

 

Uma bela mulher vai a um médico e pede para fazer um exame completo. Ele a examina e diz: - a pressão, os pulmões e o coração estão ótimos! Agora quero ver essa coisinha que costuma meter as mulheres em confusão. A mulher começa então a tirar a roupa. O médico a interrompe e diz: - não, não! Vista-se, por favor. Eu só queria que você me mostrasse a língua...

 

A MULHER E A GRAMÁTICA

 

A mulher é um adjectivo que precisa de concordar com o substantivo homem, para estar gramaticalmente na sociedade.

O namoro é um advérbio de tempo com um complemento terminativo - o casamento- sendo os arrufos orações incidentais no periodo adoração.

Quando alguns pensam em tomar esposa, procuram logo a oração principal - o Dote.

Quantas vezes um rapaz deixa de casar, porque a proposição pede depois um complemento transitivo - o automóvel.

Uma solteirona bem consevada é um pretérito perfeito e uma já entrada na idade, é um pretérito imperfeito.

Uma dessas priminhas, que logo aos treze anos começa a gostar do priminho, porque os pais vêm nele um casamento de conveniência, é um futuro condicional, que se torna futuro absoluto se aparece outra mulher que saiba cativar o priminho.

Quando se faz uma declaração de amor, conjuga-se o verbo no modo indicativo do tempo presente.

Quando um pai anda na faina de casar as filhas, é como se trata-se da conjugação.

Tanto se pode dizer: o meu amor como o meu complemento objectivo.

A arte de conduzir com sossego um negócio de amor, chama-se "sintaxe".

Um pai, que vai tirar informações do namoro da filha, está fazendo a análise da oração e procura conhecer o sujeito.

Estudar a estimologia de uma mulher, é ver quais os namoros que ela tem tido.

Uma mulher corpulenta e espadaúda é um superlativo de mulher.

Uma criaturinha pequena e muito leve, é um diminuitivo perfeito.

Quando um pai proibe expressamente a filha que namore determinado rapaz, põe ponto final no periodo; mas ela, às vezes, muda-o para uma vírgula.

A criada que leva as cartas, é um verbo auxiliar.

A mulher quando fala do seu namoro pode dizer: o meu substantivo próprio. Os olhos às vezes, dizem amor e a boca modifica esse sentimento.

Há mulheres que nunca amaram: são verbos substantivos, não pedem complemento objectivo, quando muito têm atributo.

Os homens que namoram varias mulheres ao mesmo tempo, são substantivos comuns.

 

publicado por Alegria às 18:42
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