Domingo, 17 de Setembro de 2017
Curiosidades

 

Outros tempos

 

ISTO SÃO FACTOS E NÃO CONVERSA FIADA!

Noutros tempos, houve Portugueses competentes e respeitadores dos interesses do bem público que garantindo a Lei e a Ordem, trabalharam afincadamente e, em apenas 40 anos, deixaram OBRA, PAGA COM DINHEIRO PORTUGUÊS mas, em muitos casos, foi "pérolas a porcos".

Segue-se uma "pequena" Lista de Obras de Grande Interesse Nacional que ficaram desse período memorável.

Na Região de Lisboa:

1) Bairro Social do Arco do Cego

2) Bairro Social da Madre de Deus

3) Bairro Social da Encarnação

4) Bairro Social de Caselas

5) Bairros para Polícias

6) Bairro de Alvalade

7) Aeroporto Internacional da Portela

8) Instituto Superior Técnico

9) Cidade Universitária de Lisboa

10) Biblioteca Nacional

11) Instituto Nacional de Estatística

12) Laboratório Nacional de Engenharia Civil

13) Metropolitano de Lisboa

14) Ponte Salazar

15) Captação e encanamento das águas do Alviela (comemorada com a construção da Fonte Luminosa na Alameda Afonso Henriques)

16) Plantação do Parque florestal de Monsanto

17) Estádio Nacional do Jamor

18) Estádio 28 de Maio

19) Auto estrada da Costa do Estoril

20) Hospital Escolar de Santa Maria

21) Instituto Ricardo Jorge

22) Instituto de Oncologia

23) Hospital Egas Moniz

24) Assistência Nacional aos Tuberculosos o que permitiu a obrigatoriedade do rastreio anual às populações estudantil, do Comércio e da Função Pública

25) Eletrificação da linha do Estoril

26) Exposição do Mundo Português que permitiu a criação da Praça do Império, hoje Sala de visitas de Lisboa.

27) Monumento aos Descobrimentos

28) Regularização da Estrada Marginal Lisboa-Cascais.

29) Criação da Emissora Nacional de Radiodifusão

30) Criação da Radiotelevisão Portuguesa incluindo a instalação das respectivas antenas retransmissoras necessárias para cobrir todo o território continental

31) Criação da Companhia Aérea de bandeira (TAP)

32) Nova Casa da Moeda (no Arco do Cego)

 

Espalhadas pelo País e Ilhas Adjacentes:

33) Várias Escolas do Magistério Primário.

34) Escolas primárias do Plano dos Centenários em quase todas as Freguesias do País.

35) Liceus Normais em todas as capitais de Distrito.

36) Escolas Comerciais e Industriais espalhadas de Norte a Sul do País

37) Cidade Universitária de Coimbra (Faculdade de Medicina, Faculdade de Letras, Faculdade de Ciências, Biblioteca Geral e o reordenamento urbano envolvente)

38) Hospital de S. João no Porto

39) Laboratório de Física e Engenharia Nuclear (na Bobadela – Sacavem) para onde se adquiriu e instalou um reactor atómico de investigação, tornando Portugal no 35º país do Mundo (à época) a dispor de tão moderno equipamento científico.

40) Ponte da Arrábida

41) Ponte Marechal Carmona

42) Construção dos grandes aproveitamentos hidroeléctricos com dezenas de grandes Barragens (por exemplo Rabagão, Cávado, Douro, Mondego, Zêzere e Tejo).

43) Construção de várias barragens para regadio e recreio, nomeadamente nas Beiras (como, por exemplo, na Vila de Soure) e por todo o Alentejo.

44) Melhoria geral de toda a rede Rodoviária Nacional.

45) Melhoria geral da Rede Ferroviária e modernização geral das viaturas do Caminho de Ferro.

46) Melhoria, ampliação e renovação, em todo o território, da Rede Telefónica Nacional, Estações de Correios e Telecomunicações em geral.

47) Bases aéreas (Ota, Montijo, Monte Real, Beja, etc.)

48) Base naval da Marinha (Alfeite)

49) Navio hospital “Gil Eanes” de apoio à Frota Bacalhoeira

50) Criação das Casas do Povo

51) Criação das Casas dos Pescadores

52) Construção e beneficiação de muitos e diversos Hospitais, (damos como ex. o Hospital Rovisco Pais (Leprosaria) na Tocha (com dezenas de edificações espalhadas por uma área total de 110 ha) aproveitando integralmente uma doação do grande benemérito e o Hospital Psiquiátrico de Sobral Cid (próximo de Coimbra) com 15 edifícios espalhados por uma área de 10 ha, só para citar dois).

53) Plano de colonização interna que permitiu grandes desenvolvimentos agrários em vários pontos quase desabitados do País como, por exemplo, Pegões.

54) Construção de dezenas de Palácios da Justiça e remodelação de muitos Tribunais

55) Construção e remodelação de diversos Edifícios Prisionais e Prisões-escola

56) Construção da Central Termoelétrica do Carregado

57) Criação dos “Livros únicos” para o Ensino Primário e Secundário, o que proporcionou grandes economias às Famílias portuguesas da época

58) Criação das Pousadas de Portugal espalhadas por todo o Território

59) Criação da FNAT

60) Instituição do ABONO DE FAMÍLIA

61) Instituição da ADSE

62) Acolhimento fraterno e seguro a inúmeros refugiados de guerra dos quais se destaca o Sr. Caloust Gulbenkian que, em agradecimento desse bom acolhimento, dotou a Fundação com o seu nome, que tanto tem ajudado e cultivado sucessivas gerações de Portugueses nos mais diversos ramos do Saber e da Arte

Quando me dizem que tudo isto foi feito à custa da exploração ultramarina, eu respondo:

 

E o que lá ficou edificado?

E o Povo de lá, não ficou com uma língua universal (um bem inestimável)?

Não ficaram inúmeros autóctones com cursos escolares primários, cursos médios e cursos universitários ministrados e pagos pelo Erário Público Português?

Não ficaram todas as Províncias Ultramarinas e nomeadamente Angola e Moçambique dotados de dezenas de CIDADES COMPLETAS onde se incluíam toda a espécie de edifícios habitacionais, Mercados, Redes de abastecimento de águas, Redes de efluentes, Escolas primárias, Liceus, Universidades, Hospitais, Quarteis e toda a espécie de instalações militares e até unidades completas de Radiodifusão?

Não ficaram disseminadas pelos territórios inúmeras Pontes e Viadutos, Barragens grandiosas (como Cambambe e Cabora Bassa, só para citar duas), inúmeras Estradas, diversas Linhas de Caminhos de Ferro, Portos de mar e modernos (à época) Aeroportos e Aeródromos, etc. ?

Para quem recebeu um País na Bancarrota, que atravessou as épocas difíceis da Guerra Civil de Espanha e da 2ª Guerra Mundial e teve ainda de enfrentar a Guerra do Ultramar, em três frentes, tendo deixado o País A CRESCER A 6% AO ANO, durante a sua última década de governação e muito mais de 600 toneladas de ouro nas reservas do Estado, é Obra!

Comparem com os dias de hoje, depois de quase 40 anos de LIBERDADE!

Já no tempo de Jesus foi perguntado ao povo quem deviam salvar: o ladrão Barrabás ou Jesus Cristo e o povo escolheu o ladrão...como podiam hoje salvar Salazar e reconhecerem a sua obra? O povo aplaude e vota em ladrões, agora chamados CORRUPTOS.

Cada um tem o que merece mas que é triste, lá isso é!

 

Segundo o texto bíblico, quando Jesus foi acusado pelos sacerdotes judeus perante Pôncio Pilatos, o governador da Judeia, depois de interrogá-lo, não encontrou motivos para sua condenação. Mas como o populacho, presente ao julgamento, vociferava contra o prisioneiro exigindo sua crucificação, Pilatos mandou flagelá-lo e depois exibi-lo, ensanguentado, acreditando que a multidão se comoveria (um episódio conhecido como Ecce homo). Mas tal não aconteceu.

Pressionado, o governador tentou um último recurso: mandou trazer um condenado à morte, tido como ladrão e assassino, chamado Barrabás, e, valendo-se de uma (suposta) tradição judaica, concedeu ao povo o direito de escolher qual dos dois acusados deveria ser solto e o outro crucificado. Então, o povo manifestou-se pela libertação de Barrabás.

publicado por Alegria às 21:00
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Sexta-feira, 15 de Setembro de 2017
Album de Sabedoria

 

A história das moscas

 

Parte 1

 

Contam que, certa vez, duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente, assim logo ao cair, nadou até a borda do copo, mas como a superfície era muito lisa e ela tinha suas asas molhadas, não conseguiu sair. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de nadar e de se debater, e afundou…

Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz e, por isso, continuou a se debater, a se debater por tanto tempo que, aos poucos, o leite ao redor, com toda aquela agitação, foi se transformando e formou um pequeno nódulo de manteiga, onde a mosca tenaz conseguiu, com muito esforço, subir e dali levantar vôo para algum lugar seguro.

Durante anos, ouvimos esta primeira parte da história como um elogio à persistência que, sem dúvida, é uma habilidade que nos leva ao sucesso.

Parte 2

Tempos depois a mosca tenaz, por descuido ou acidente caiu no copo. Começou a se debater, na esperança de que no devido tempo, se salvaria. Outra mosca passando por ali e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e gritou:

– Tem um canudo ali, nade até lá e suba pelo canudo!

A mosca tenaz não lhe deu ouvidos, baseando-se na sua experiência anterior de sucesso, e continuou a se debater, até que, exausta afundou no copo cheio de água.

“Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de notar as mudanças no ambiente e ficamos nos esforçando para alcançar os resultados esperados até que afundamos na nossa própria falta de visão.”

 

 

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava a sua vida

 

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:

“Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório no campo de desportos.

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa.

A agitação no campo de desportos era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório.

Conforme as pessoas se iam aproximando do caixão, a excitação aumentava:

-Quem será que estava atrapalhando o meu progresso?

– Ainda bem que esse infeliz morreu!

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros.

Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas.

Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: “Quem está nesse caixão”?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via-se a si mesmo.

Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO!

Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida.

Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida.

Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.

A sua vida não muda quando o seu chefe muda ou quando sua empresa muda“.

Quando você muda. Você é o único responsável por ela.

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos.

A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença.

A vida muda, quando “você muda”.

publicado por Alegria às 21:12
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Quinta-feira, 14 de Setembro de 2017
Momento de Poesia

A Saudade

 

No passado, uma saudade,

No presente, uma amargura,

E no futuro, uma esperança

De imaginária ventura.

 

   Eis no que consiste a vida

Imposta por Deus ao homem.

Nisto se consomem dias!

Muitos anos se consomem!

 

Saudade é flor sem perfumes

Quando ainda verdejante,

Mas à medida que murcha,

Ai, que aroma inebriante!

 

A amargura é duro espinho,

Que nas carnes penetrando,

Faz desesperar da vida,

Suas flores definhando.

 

A esperança é frouxa luz,

Que nas trevas nos fulgura;

Vendo-a, ousados caminhamos;

Mas, ai, que pouco dura.

 

Quantos mais passos andados

Na agra senda desta vida,

Mais amargo é o presente,

E a saudade mais sentida.

 

Mas a esperança não; os anos

Fazem-lhe perder o brilho;

Caem-lhe uma a uma as folhas

Da existência pelo trilho.

 

A velhice nada espera.

Nada da esperança lhe dura...

Mas não, cansada da vida,

Tem a paz da sepultura.

Tem a morada fulgente

Da inteligência Divina;

Tem as regiões sagradas,

Que eterno sol ilumina.

 

Bendito sejas, meu Deus!

Que nos dás na vida inteira,

A filha dos céus, a esperança,

Por suave companheira.

 

Ela nos enxuga o pranto,

O pranto ardente e amargoso;

Não a acusemos de pérfida,

Esperar... já é um gozo.

 

A mente, esperando, concebe,

Conceção sempre iludida,

Prazeres talvez entrevistos

Nas cenas duma outra vida.

 

Esperamos pois companheiros

Desta fadigosa viagem;

Se a esperança é imagem do gozo,

Adoremos essa imagem.

 

E cruzando este oceano

Com os olhos no porvir;

Esqueçamos no presente

Se horríssono bramir.

 

E quando enfim, já cansados,

Reclinarmos nossa fronte,

Que a esperança nos revele

Mais dilatado horizonte.

publicado por Alegria às 21:23
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Momento de Poesia

 

Sezures

 

A minha rua

A antiga rua do curral

Lugar onde nasci e me criei

E com os amigos brinquei

Na minha infância outrora;

Hoje rua da padroeira

Da Senhora da Graça milagreira

Mas eu ainda te lembro agora.

 

Havia janelas enfeitadas

Nas festas para lembrar

Que a Nossa Senhora ia passar

Por ali em procissão ;

É festa, os sinos tocam

E os devotos todos invocam

Para os seus uma bênção.

 

Ali brinquei tantas vezes

Quantas a juventude permitia

E sempre em cada dia

Jogava-se o arco ou o pião;

Ao berlinde ou às escondidas

Eram assim as nossas vidas

Vividas com muita emoção

 

E no tempo escolar

Dali partia para a escola

Sempre com a minha sacola

Que foi feita de pano de cotim;

De sobra de um retalho de calça

Minha mãe fez e com uma alça

Essa sacola para mim.

 

Hoje a minha rua tem pouca gente

Do tempo da minha juventude

Mas espero que a vida mude

E um dia quando eu passar por alí;

Olhe com alegria e prazer

Com satisfação e orgulho rever

A velhinha casa onde nasci.

 

João Rodrigues – um Sezurense

publicado por Alegria às 21:17
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